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18 May

Trânsito lento faz SP perder 1% do PIB do País

A Fundação Getúlio Vargas revisou um estudo bianual, feito desde 2002, sobre o preço do congestionamento da cidade de São Paulo e concluiu: o prejuízo de manter as filas intermináveis de carros parados já equivale a 1% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

A reportagem é de Bruno Ribeiro e publicada no jornal O Estado de S.Paulo, 17-05-2013.

O custo do trânsito soma o gasto com combustíveis para carros, ônibus e caminhões parados, estimativas sobre os gastos que a saúde pública tem por causa da poluição e - mais importante - as horas de salário perdidas pelas pessoas sentadas, amarradas aos cintos de segurança, sem trabalhar.

Essa conta deu, no ano passado, R$ 40 bilhões, segundo o vice-presidente da FGV e ex-secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Marcos Cintra. Significa dizer que cada cidadão deixou de ganhar ou gastou cerca de R$ 3,6 mil por estar parado olhando para o carro da frente, desperdiçando combustível e respirando o ar poluído.

Para calcular o preço das filas de carros parados, a pesquisa usou funções matemáticas e estimou a frota presa nos congestionamentos (baseada nos índices de trânsito divulgados pela CET) e os gastos de combustível desses veículos a uma velocidade média de 15 km/h (dado também fornecido pela CET). A comparação, para calcular o desperdício, foi feita com a mesma frota trafegando a uma velocidade média de 50 km/h.

Só a gasolina queimada pelos carros esperando o semáforo abrir dá um gasto de R$ 3 bilhões, divididos por motorista. É mais ou menos o que o governo do Estado de São Paulo está gastando para construir o Trecho Norte do Rodoanel Mário Covas, obra viária que promete aliviar o tráfego.

Cintra, no entanto, duvida da eficácia das grande obras viárias feitas para resolver o trânsito. "A lógica da cidade é de grandes artérias de tráfego. O tráfego deveria ser diluído em pequenas obras para espalhar os veículos pelas outras vias. Mas a solução definitiva é o investimento em transporte público."

Cargas

Na conta do prejuízo também entra o chamado custo São Paulo, para a indústria e o comércio - e consequentemente para toda a economia. O estudo mostra que cada caminhão que passa pelo Município precisa de R$ 28 a mais para rodar por causa do trânsito.

Somando todos os caminhões que circulam anualmente na cidade, o gasto que os caminhoneiros e empresários têm é de R$ 4 bilhões - valor repassado às mercadorias consumidas na cidade.
Subestimado. Na primeira vez que a FGV fez esse estudo, em 2002, o prejuízo coletivo foi estimado em R$ 10 bilhões. Ou seja, em dez anos, a falta de prioridade para o transporte público fez o custo do trânsito ser multiplicado por quatro.

O custo real, entretanto, pode ser bem maior. Isso porque a conta usa dados do trânsito feitos pela CET, que são questionados por não incluir a cidade toda. E não leva em consideração que o dinheiro que São Paulo deixou de ganhar poderia ter sido investido, o que traria maior retorno.

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18 May

PT Socialista e Luta Indígena

"É muito doloroso que a sociedade, à frente os povos indígenas, tenha que partir para o confronto contra o PT-Governo, para evitar que este se afunde de vez no Agronegócio dilapidador da biodiversidade e ainda para impedir a exploração predatória e a exportação como commodities dos recursos minerais não renováveis, por empresas multinacionais.", escreve Egydio Schwade, um dos fundadores do Cimi, em artigo publicado por Adital, 16-05-2013.

Eis o artigo.

O PT no poder parece que esqueceu toda a trajetória que o construiu, as pessoas e a causa que o construíram e até a história de pessoas que compõe o governo no poder.

A briga com as lideranças indígenas de Belo Monte ao Tapajós, dos Guarani aos Yanomami e as mais recentes declarações da Ministra Gleisi Hoffman são exemplos incontestes. Os indígenas defendem com unhas e dentes aquilo que nós socialistas do PT, desde o início dos anos 80, e mesmo antes, defendíamos como um direito, contra a ditadura militar: o direito de possuir direitos, de trabalhar para a vida, de celebrar a vida e viver comunitariamente com liberdade sobre um pedaço de chão.

Lembro-me que ainda em 1989 durante a campanha Lula Presidente, campanha do "Brasil Criança”, acompanhei o nosso candidato a Presidência da República em uma visita à Hidrelétrica de Balbina, no Amazonas, para ver o absurdo de um grande projeto hidrelétrico na Amazônia. Depois, em 1994, noutra viagem importante, na "Caravana das Águas”, visitamos juntos o projeto de mudas de guaraná da Embrapa, em Maués. Com o nariz sobre 23.000 mudas de Guaraná destinadas pela Embrapa a uma só empresa, a Antártica, esquecendo os milhares de pequenos agricultores e produtores de guaraná daquele município, vimos juntos a óbvia necessidade de uma mudança radical de política agrícola da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias.

Hoje, como naquele tempo e como bem antes durante a Ditadura Militar, o nosso governo, traindo o seu passado, está aí emaranhado, como aqueles governos ou até de forma ainda mais sofisticada praticando as mesmas atitudes ditatoriais. Investimento no Agronegócio é uma burrice, pois essencialmente depreda a biodiversidade e como tal é um exterminador das fontes de sustento do Brasil das gerações futuras.

Investimento em grandes projetos hidrelétricos na Amazônia é igualmente exterminador de fontes de sustento das gerações futuras. Por que não investir em trilhos contra o desperdício de energia do ineficiente transporte. Sozinha, a economia de energia gasta nos congestionamentos urbanos, se fosse poupada, seria capaz de evitar várias Belo Montes. Abrir o caminho às mineradoras para a pesquisa e lavra em áreas indígenas, projeto do ex-líder do Governo no Senado, Romero Jucá, é mais uma burrice para favorecer interesses multinacionais que se enriquecem roubando os recursos não renováveis dos povos indígenas e do Brasil como um todo.

Como anteontem durante o Governo Militar e como ontem, durante o Governo Sarney, os índios resistem sem necessidade de armas de fogo, assim resistirão também a este Governo e contra ele sairão ainda mais fortalecidos e com novas alianças, anunciando sempre mais vigorosamente a necessidade de uma Reforma Agrária para os seus irmãos humilhados da sociedade nacional, primeiro e principal objetivo da existência do Partido dos Trabalhadores. E principalmente, a demarcação de territórios comunais.

É muito doloroso que a sociedade, à frente os povos indígenas, tenha que partir para o confronto contra o PT-Governo, para evitar que este se afunde de vez no Agronegócio dilapidador da biodiversidade e ainda para impedir a exploração predatória e a exportação como commodities dos recursos minerais não renováveis, por empresas multinacionais. A biodiversidade é o principal esteio para pesquisa das futuras gerações do povo brasileiro e a sociodiversidade é fonte de alegria e riqueza cultural, por isso devem ser defendidas.

A hora é de confronto e toda a sociedade brasileira terá que se posicionar. De um lado estão os índios e os trabalhadores familiares com ou sem terra, cujas armas e munição são mudas e sementes variadas. Do lado de lá, os agronegociantes, mineradores, donos das empresas de construção e, ao que tudo indica, o Governo com as tradicionais armas de fogo letais.

Companheira Dilma, é hora de acordar, antes que seja tarde! Não se iluda, os seus aliados ruralistas, que não são agricultores, não irão sossegar enquanto não tiverem depredado toda a nação, inclusive, as áreas indígenas.

É humilhante ver uma ministra do nosso governo, propor a revisão das demarcações de terras indígenas dos últimos 25 anos. Seria para ampliar esses territórios já livres do capitalismo? Infelizmente não! Será para anexá-los ao agronegócio, abri-los para a exploração capitalista da mineração, ou cobri-los com as águas de lagos hidrelétricos. Não será para questionar estes milhares de latifúndios muitos deles grilados ou conquistados a base da pistolagem, ou até instalados à custa de trabalho escravo, de 1500 até 2013, de Roraima ao Rio Grande do Sul. E nem será para, finalmente, iniciar a reforma agrária, atendendo a um clamor da sociedade que já vem desde a colonização portuguesa e que foi apresentado e aclamado no Primeiro Encontro Nacional do PT no dia 31 de maio de 1980, como prioridade do Programa Partidário.

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18 May

Movmentos Sociais. Articulação continental rumo a Alba

"Sem dúvida, será um encontro que servirá para sustentar a conformação dos diversos Capítulos Nacionais da Alba, como também poder conhecer outras maneiras de organização em cada Capítulo. Poder ir conhecendo como se dá a vinculação entre as lutas em cada país, com a solidariedade e o acompanhamento continental", é o que afirma o chamamento da Articulação Continental de Movimentos Sociais rumo a Alba, publicado por Adital, 16-05-2013.

Eis o texto.

A essa altura, não acreditamos que seja necessário continuar destacando a importância que tem o encontro que acontecerá em uns dias. Não acreditamos nisso porque já sabemos e assumimos o desafio de construir entre todos os movimentos e organizações populares do continente a melhor assembleia de todos os tempos.

Fazendo com que seja bem diversa para pensar e analisar qual é a melhor maneira de construir uma articulação ‘nossamericana’ de movimentos e organizações sociais, a partir da base, do interno, a partir do povo de todo nosso continente americano.

Tamanho desafio nos corresponde, e chegou a hora, ou fizemos com que a hora chegasse. Construir uma assembleia continental dos movimentos sociais onde tentaremos continuar aprofundando as articulações para melhorá-las; tecer novas redes, inventar novas maneiras de lutar para criar um mundo socialmente mais justo, será uma das principais tarefas da assembleia.

Participarão mais de 200 representantes de movimentos e organizações sociais de 22 países de Nossa América. Organizações camponesas, sindicais, juvenis, feministas, culturais, de povos originários, universitários, trabalhadores/as, em defesa do ambiente; intelectuais orgânicos etc. Passaram-se quatro anos desde a Carta de fundação de Movimentos Sociais rumo a Alba, redigida em Belém. Quatro anos depois, construiremos a I Assembleia Continental de Movimentos Sociais rumo a Alba. Momento de balanços, avaliações; novos desafios, propostas, críticas e correções.

O programa da assembleia girará em torno a analisar a conjuntura política, econômica, cultural, militar e ideológica do capitalismo atual, como também os processos de integração latino-americana que existem. A partir dessa análise coletiva, tentaremos começar a delinear propostas em torno às solidariedades necessárias, formação política e pedagógica para nossos movimentos e organizações em âmbito continental; desenvolver estratégias em torno à comunicação popular, à organização continental dessa articulação.

Sem dúvida, será um encontro que servirá para sustentar a conformação dos diversos Capítulos Nacionais da Alba, como também poder conhecer outras maneiras de organização em cada Capítulo. Poder ir conhecendo como se dá a vinculação entre as lutas em cada país, com a solidariedade e o acompanhamento continental. Conhecer e analisar as diferentes maneiras de vincular-se de cada Capítulo Nacional com o governo de seu país. Apresentar planos de ação propostos por cada Capítulo, como também as necessidades de cada um deles. A partir disso, poder chegar a uma síntese de por onde e como essa articulação irá caminhar.

Estamos fazendo isso há anos; porém, encontrar-se cara a cara com aquele irmão-irmã que vive, luta, sente, desfruta, sofre em nosso continente será uma situação sumamente enriquecedora e esperançadora. Porque lá veremos e perceberemos de maneira mais fidedigna que não estamos sozinhos/as; que estamos acompanhados no sonho de construir a segunda e definitiva independência americana; que nossa pátria [e maior do que nos fizeram acreditar e que temos tudo para dar a ela.

Não é necessário repetir a importância dessa assembleia; já sabemos... Por isso é que nos encontraremos na I Assembleia Continental dos Movimentos Sociais rumo a Alba, que será a assembleia de fundação.

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18 May

Assembleia de fundação dos Movimentos Sociais rumo a Alba. Assumir o desafio histórico

A I Assembleia de fundação dos Movimentos Sociais rumo a Alba. Assumir o desafio histórico acontece entre os dias 16 e 20 de maio. A informação é da Articulação Continental de Movimentos Sociais rumo a ALBA, publicada por Adital, 16-05-2013.

Confira.

De 16 a 20 de maio de 2013, mais de 200 delegadas e delegados de 22 países debateremos um plano de ação a ser desenvolvido em todo o continente, que terá como eixos principais:

  • A luta contra a militarização e a criminalização do protesto social;
  • A batalha contra as transnacionais e processos de privatização;
  • A defesa dos direitos da mãe Terra e do Bem Viver e a solidariedade internacional.

A Articulação de Movimentos Sociais rumo a ALBA tem sua origem em um amplo processo de articulação de lutas dos povos da América Latina desde meados dos anos 90 até hoje. Nesse longo caminho, destaca-se a Assembleia de Movimentos Sociais realizada no marco do Fórum Social Mundial, em janeiro de 2009, onde as organizações populares nos colocamos de acordo na Carta de Belém (Pará, Brasil), apostamos em construir um projeto de vida dos povos, frente à voracidade capitalista, imperialista e patriarcal.

Hoje, como há quatro anos, reafirmamos a necessidade de impulsionar "uma nova gesta de independência latino-americana, dos povos e para os povos, por uma integração popular, pela vida, pela justiça, pela paz, pela soberania, pela identidade, pela igualdade, pela liberdade da América latina, por uma autêntica emancipação, que tenha em seu horizonte o socialismo”. Nesses cinco dias, debateremos com a perspectiva de continuar consolidando uma prática comum: de mobilização, de formação, de comunicação e de solidariedade concreta para avanças nesses objetivos: "A unidade e a integração de Nossa América está em nosso horizonte e é nosso caminho”.

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18 May

Francisco e Bartolomeu: a primavera ecumênica. Artigo de Enzo Bianchi

Fonte: Vatican InsiderEm uma temporada em que o diálogo ecumênico parecia irremediavelmente arrefecido por múltiplos sinais que contradiziam o caminho para a comunhão, o encontro do Papa Francisco e do Patriarca Bartolomeu I desperta novamente a esperança de uma nova primavera.

A opinião é do monge e teólogo italiano Enzo Bianchi, prior e fundador da Comunidade de Bose, em artigo publicado no jornal La Stampa, 15-05-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

Quando ele ouviu que o Papa Francisco, recém-eleito, enfatizava o fato de ser "bispo de Roma, a Igreja que preside na caridade", o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I não hesitou e decidiu que iria a Roma – primeiro arcebispo de Constantinopla a fazê-lo depois da separação em 1054 – para a liturgia do início do pontificado.

E assim foi, oferecendo aos cristãos e ao mundo um sinal tangível de como a caridade fraterna pode superar desconfianças, cálculos de oportunidade, antigos motivos de atrito.

Eu tive o dom de poder falar durante muito tempo pessoalmente com o patriarca Bartolomeu em Roma, antes de participar da missa na Praça de São Pedro e, depois, de ser recebido pelo Papa Francisco: o sentir comum, o sofrimento compartilhado pelo atraso em restabelecer a unidade visível dos cristãos, a esperança de uma temporada renovada de diálogo e de fraternidade marcaram aqueles momentos, assim como animaram as horas passadas pelo patriarca em Bose em uma tarde de graça para a minha comunidade e para aqueles que quiseram compartilhar a alegria e a oração daquele momento.

No seu encontro com o Papa Francisco, Bartolomeu I usou palavras que expressam uma síntese de todo o ministério patriarcal exercido por 22 anos e que vê a unidade das Igrejas cristãs como "a primeira e mais importante das nossas preocupações" e "seguramente um dos pressupostos fundamentais para que o nosso testemunho cristão possa ser crível aos olhos dos perto e dos de longe".

Por outro lado, até mesmo a acolhida reservada a ele pelo Papa Francisco foi além da forma protocolar – como já percebemos que é uma prática constante do novo papa – para dirigir-se ao patriarca com toda a espontaneidade com o nome de "meu caro irmão André", reconhecendo assim publicamente o vínculo fraterno que, na única fé apostólica, une a sede da antiga Roma à de Constantinopla, "Nova Roma".

Em uma temporada em que, apesar de todos os sinceros esforços por parte de muitos cristãos de boa vontade pertencentes a diversas confissões, o diálogo ecumênico parecia irremediavelmente arrefecido por múltiplos sinais que contradiziam o caminho para a comunhão, esses eventos muito recentes despertam novamente a esperança de uma nova primavera.

A simplicidade evangélica do novo papa, que o patriarca já teve a oportunidade de apreciar, poderá contribuir muito para a melhoria das relações fraternas entre as Igrejas, começando por uma reflexão sobre o ministério do bispo de Roma e sobre a modalidade do seu exercício no rastro da tradição dos primeiros séculos da Igreja: redescobrir o significado autêntico e as implicações atuais do "presidir na caridade" – segundo as palavras de Santo Inácio de Antioquia retomadas pelo Papa Francisco – poderia transformar o ministério petrino de causa de divisão a elemento de comunhão que favorece a unidade.

Analisando o momento histórico atual, também deve ser lembrado que o patriarcado de Constantinopla está vivendo em um contexto social e político em que não são poupadas provações e humilhações, e muito recentemente também ameaças e perigos para a própria incolumidade física do patriarca. Porém, o esforço cotidiano de Bartolomeu I é o de fazer da cruz uma ocasião de comunhão e da fraqueza material a verdadeira e única força capaz de transmitir ao mundo a verdade da mensagem cristã: uma obra humilde e tenaz que o patriarca persegue desde o início do seu ministério primacial, quando quis reiterar que o Patriarcado Ecumênico era "uma instituição puramente espiritual, um símbolo de reconciliação e uma força desarmada".

E, na consciência da sua própria fragilidade, de um lado, e, por outro, na assunção resoluta de responsabilidades de grande fôlego, há, finalmente, um outro elemento que aproxima as sensibilidades e as intenções do Papa Francisco e do Patriarca Bartolomeu: a solicitude pela criação, a custódia do mundo em que vivemos, a solidariedade com as outras cocriaturas com as quais compartilhamos o espaço vital, esta nossa terra tão ferida e ameaçada.

Busca da unidade visível dos cristãos, testemunho da "graça preciosa", que é o tesouro de quem "segue pobre o Cristo pobre", responsabilidade pela humanidade e pela criação inteira são os eixos do ministério pastoral do Patriarca Bartolomeu e são âmbitos que o papa que veio "do fim do mundo" para assumir o sugestivo nome de Francisco também considera como essenciais para o anúncio evangélico da misericórdia, para a abertura de horizontes de esperança e de luz para os homens e as mulheres do nosso tempo e para as gerações futuras.

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