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03 Sep

Anistia acusa Estado Islâmico de “limpeza étnica” no norte do Iraque

A Anistia Internacional acusou nesta terça-feira os extremistas do chamado “Estado Islâmico” (EI) de conduzirem uma “limpeza étnica sistemática” e assassinatos em massa de minorias no norte do Iraque. Num relatório de mais de 20 páginas, a organização cita relatos “aterrorizantes” de sobreviventes dos massacres, que deixaram “centenas de mortos”.

A reportagem é publicada pelo jornal Correio do Brasil, 02-09-2014.

Relatório traz depoimentos de sobreviventes de massacres e acusa extremistas de transformarem áreas rurais em “campos de matança banhados de sangue”.

- Os massacres e sequestros efetuados pelo EI fornecem novas e angustiantes evidências de que uma onda de limpeza étnica contra minorias está varrendo o norte do Iraque – afirma Donatella Rovera, consultora sênior da Anistia Internacional para Resposta a Crises, que atualmente se encontra no país. “O EI tem realizado crimes hediondos e, em sua campanha brutal para eliminar qualquer traço de não árabes e muçulmanos não sunitas, tem transformado áreas rurais de Sinjar em campos de matança banhados de sangue.”

Batizado de “Limpeza étnica em escala histórica: ataques sistemáticos do Estado Islâmico contra minorias no norte do Iraque”, o relatório divulgado pela Anistia destaca dois ataques em particular, apontados como os mais violentos de que se tem notícia: um em Qiniyeh no dia 3 de agosto e outro em Kocho, no dia 15. O número de mortos nesses dois únicos vilarejos chegou a centenas, afirma o texto. Segundo o documento, grupos de homens e meninos de ambos os locais, incluindo crianças a partir de 12 anos, foram sequestrados por militantes do EI e fuzilados.

O relatório traz ainda depoimentos de testemunhas dos massacres. Um dos sobreviventes foi Said, que escapou por pouco da morte depois de levar cinco tiros (três no joelho esquerdo, um no quadril e outro no ombro). Ele e seu irmão Khaled perderam sete outros irmãos num único ataque.

Outra vítima, Salem, conta como conseguiu ficar escondido durante 12 dias perto do local de um massacre, enquanto ouvia os gritos de dor das pessoas feridas. “Alguns não podiam se mexer e não puderam se salvar. Eles ficaram lá prostrados, esperando pela morte. Eles tiveram uma morte horrível”, conta o sobrevivente.

- Consegui me arrastar para longe e fui salvo por um vizinho muçulmano. Ele arriscou sua vida para me salvar. Por 12 dias, ele me trouxe comida e água todas as noites. Eu não podia andar e não tinha nenhuma esperança de escapar. E estava ficando cada vez mais perigoso para ele me manter lá – disse.

Salem conseguiu, então, fugir para as montanhas e, em seguida, para áreas controladas pelo Governo Regional do Curdistão.

- Ao invés de agravar o conflito fazendo vista grossa para as milícias sectárias ou armando as milícias xiitas contra o Estado Islâmico, como as autoridades têm feito até agora, o governo do Iraque deveria focar na proteção de todos os civis, independentemente de etnia ou religião – afirma Rovera. “As pessoas no norte do Iraque merecem viver livres de perseguição e sem temer por suas vidas o tempo todo. Aqueles que estão ordenando, executando ou ajudando a cometer crimes de guerra devem ser detidos e levados à Justiça.”

Desde que tomou o controle de Mossul, no dia 10 de junho, o EI tem espalhado terror na região, a ponto de fazer com que milhares de habitantes do norte do Iraque deixassem suas casas por medo dos ataques. Entre as minorias perseguidas pelos jihadistas estão cristãos assírios, turcomanos xiitas e yazidis. O destino da maioria das centenas de yazidis sequestrados pelo EI permanece desconhecido. Muitos dos reféns foram ameaçados de estupro ou pressionados a se converteram ao Islã.

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03 Sep

Encontrado papiro com referência mais antiga à Última Ceia

Quando começou a ser celebrada a Eucaristia? Qual foi a primeira Ceia? A história demonstra que Jesus instituiu a celebração de sua memória no pão e no vinho na noite da Quinta-feira Santa na Última Ceia. Agora, um grupo de cientistas da Universidade de Manchester identificou um antigo papiro como o documento que contém a referência mais antiga, encontrada até agora, à liturgia cristã da Eucaristia.

 
Fonte: http://bit.ly/1uvQXEy  

A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 02-09-2014. A tradução é de André Langer.

O escrito, que data de cerca de 1.500 atrás, contém algumas das primeiras referências documentadas sobre a Última Ceia e o maná.

A principal autora do estudo, Roberta Mazza, encontrou este papiro enquanto trabalhava com milhares de fragmentos de documentos históricos inéditos que são conservados na abóbada da biblioteca da universidade.

“Trata-se de uma importante e inesperada descoberta, já que é um dos primeiros documentos encontrados nos quais se faz referência à Eucaristia – a Última Ceia”, explicou.

Na sua opinião, a descoberta joga nova luz sobre o cristianismo primitivo, já que o documento foi elaborado apenas 300 anos depois que o imperador romano Constantino se convertera à religião.

Além disso, o texto mostra como os cristãos adotaram uma antiga prática egípcia de usar amuletos para proteger o usuário contra os perigos e como mantêm a prática de escrever liturgias em pedaços de papiro de sociedades anteriores.

Neste caso, os cristãos substituíram as orações aos deuses egípcios e greco-romanos por trechos da Bíblia. O texto é uma original combinação de passagens bíblicas, incluindo o Salmo 78, 23-24 e Mateus 26, 28-30, entre outros.

A pesquisadora declarou, ao sítio ‘phys.org’, que, “embora não se saiba quase nada sobre o proprietário do documento, acredita-se que poderia ter sido de um morador da aldeia Hermoupolis (el-Ashmunein)”.

“É duplamente fascinante, porque o fabricante do amuleto tinha claro conhecimento da Bíblia, mas cometeu uma série de erros. Algumas palavras estão mal escritas e outras estão na ordem equivocada. Isto sugere que ele estava escrevendo de memória em vez de copiá-lo”, explicou Mazza.

A especialista mostrou-se “emocionada” com esta descoberta que, segundo assinalou, “demonstra que o conhecimento da Bíblia estava mais arraigado no Egito do século VI d.C. do que se acreditava”.

O texto completo do papiro é o seguinte:

“Temer todos a quem reinará sobre a terra. Que as nações e os povos saibam que Cristo é nosso Deus. Porque ele falou e eles começaram a ser, ele mandou e eles foram criados; ele pôs tudo sob nossos pés e nos livrou da vontade de nossos inimigos. Nosso Deus preparou uma mesa no deserto sagrado e deu maná de comer para um novo pacto: o corpo imortal do Senhor e o sangue que Cristo derramou por nós na remissão dos pecados.”

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03 Sep

Crianças inglesas passam a ter aulas de programação a partir dos cinco anos

Max, de 10 anos, tem uma rotina diferente da maioria dos garotos de sua idade.

A reportagem foi publicada pela BBC Brasil, 02-09-2014.

"Chego em casa da escola, como e depois começo a programar. Depois durmo e começo tudo de novo no dia seguinte", diz.

Max aprendeu a criar programas de computador e sites há quatro anos, depois de ganhar um computador de sua mãe e diz que isso hoje é uma parte muito importante de sua vida.

"Você pode fazer muita coisa com a programação. Programar te ajuda a pensar fora da caixa. Gosto de pensar em ideias que podem ajudar o mundo."

Vida moderna

Em breve, as escolas inglesas poderão ter muitos mais meninos e meninas como Max.

Desde segunda-feira, crianças a partir de cinco anos de idade têm aulas de programação nas mais de 160 mil escolas primárias do país.

A mudança faz parte de uma série de alterações no currículo escolar que acabam de ser colocadas em prática na Inglaterra.

Segundo o Departamento de Educação, o objetivo é preparar as crianças para a vida moderna.

"Elas precisam aprender o básico de áreas chave, que são as mais valorizadas por universidades e empresas", disse uma porta-voz do governo.

'Rigoroso e envolvente'

Voltado para alunos de até 14 anos de idade, o novo currículo foi descrito pelo primeiro-ministro Gordon Brown como "rigoroso, envolvente e difícil".

O ex-secretário de Educação, Michael Gove, disse que estas alterações eram necessárias para que a Inglaterra estivesse à altura dos mais bem-sucedidos sistemas educacionais do mundo.
O novo currículo dá mais importância a habilidades como "redação de teses, resolução de problemas, modelagem matemática e programação".

Russell Hobby, secretário-geral da Associação Nacional de Professores, diz que os mestres se prepararam ao longo do último ano para ensinar o novo currículo, mas que pode haver certa dificuldade em áreas como matemática, na qual os tópicos mais avançados podem ser de difícil compreensão para os alunos mais novos.

"Um dos erros do novo currículo é que ele está sendo implementado todo de uma vez", diz Hobby.

"Em matemática, é preciso aprender um conceito básico antes de ir para os mais avançados. Agora, há crianças que não terão aprendido o básico antes de terem que aprender os conceitos avançados."

Também haverá, por exemplo, mudanças nas aulas de inglês. Alunos de até 14 anos terão de ter estudado ao menos duas peças de Shakespeare. Em ciências, haverá aulas sobre mudanças climáticas.

Inovação

O novo currículo ainda traz duas grandes novidades. Os estudantes passarão a ter aulas de tecnologia e design, em que aprenderão sobre inovação e indústrias digitais, com aulas de impressão 3D e robótica.

E também haverá, é claro, as novas aulas de programação. Os alunos com idades entre cinco e sete anos aprenderão a escrever códigos de programação, a entender o que são algoritimos e a criar programas de computador simples.

Aos 11 anos, eles deverão ser capazes de "elaborar, usar e avaliar abstrações computacionais que modelam o comportamento de problemas do mundo real e físico".

Max está animado com a mudança, porque considera as aulas de computação atuais nada estimulantes.

"Hoje, numa escola normal, se aprende a usar o Word. Isso é besteira. Você nunca vai usar o Word uma profissão. Quem fez o Word sabe programar", diz Max.

"Se várias outras crianças começarem a programar, a competição pelo trabalho de programador vai aumentar, mas isso é uma coisa boa, porque significa que mais gente estará trabalhando nessa área."

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03 Sep

A colonização ontológica da juventude: guia de leitura IHU

Ao longo dos últimos anos, um tema  que tem suscitado debates acirrados acerca de definições nas publicações do IHU, tem sido a categoria Juventude. O interesse deste presente texto foca no entendimento de que a “juventude” não oferece elementos catalisadores suficientes para uma síntese.

Além dos recortes pragmáticos de idade fixados nos documentos oficiais (seja os documentos da ONU, seja documentos censitários), é implícito que a “juventude” não se pensa, não se autoanalisa. Ela simplesmente é, inclusive não se dando o nome de juventude, nem se auferindo nenhum outro nome, pois quem deu esse nome a ela fomos nós, os adultos. 

“O jovem” parece mais uma figura idealizada do que uma categoria específica com recorte de idade. Ao menos foi isso que ficou claro na pesquisa publicada nos Cadernos IHU, em sua 49ª edição, sobre o movimento escoteiro (clique na imagem ao lado). O jovem enquanto figura idealizada não desautoriza o que é afirmado nesta pesquisa sobre o modo como é trabalhado pedagogicamente
o jovem: existem jovens, mas eles são mais multifacetados e heterogêneos do que o vocábulo “jovem” possibilita sintetizar. Enquanto que há um discurso oficial sobre "o" jovem. 

Exemplos da multitude encontrada nas definições do que é ser jovem podem ser encontradas em duas edições da revista IHU On-Line: na edição 273, de 15-09-2008, sob o tema "Juventude. O idêntido e o diferente"  (clique na imagem ao lado), com entrevistas de Mário Corso: O grande medo dos jovens é não encontrar um lugar no mundo adulto; Maria Isabel Mendes de Almeida: Um jovem cada vez mais autônomo e menos independente;  Luís Antonio Groppo: Movimento estudantil: um resquício do passado?; entre outros. 

E ainda a edição 208 da revista IHU On-Line, com o tema "Culturas jovens"  (clique na imagem ao lado), que conta com entrevistas de Helen Gonçalves, Denise Portinarie, Fernanda Coutinho, Francisco Ortega e Miriam Goldenberg.

capa018Prof. Dr. Hilário Dick oferece um excelente relatório também publicado na 18ª edição dos Cadernos IHU, com o artigo Discursos à Beira dos Sinos: a emergência de novos valores na juventude, o caso de São Leopoldo  (clique na imagem ao lado), onde oferece um estudo sociológico sobre a realidade da juventude na região de São Leopoldo. Abordando seus valores em relação à cultura política, ao trabalho, à família e à sexualidade, entre outros. 

Neste sentido, Cátia Andressa da Silva oferece uma compreensão sobre como se construíram as ações jovens em épocas históricas onde imperava certos paradigmas políticos específicos do século XX, na 63ª edição dos Cadernos IHU ideias, Negações e Silenciamentos no Discurso Acerca da Juventude. Segundo a autora: "Um importante período que investigo é o nazismo de Hitler, olhando de forma mais aproximada, o que aconteceu com essa juventude? Onde estava a juventude em todo esse complexo período histórico? Outra importante fase histórica que estudo é o ano de 1968 no Brasil. Aqui se verifica certa abertura na historiografia à idéia de que os jovens foram sujeitos, agentes políticos. Mas será que é suficiente para a compreensão da época? Será que, no exercício de historiadores/professores de história, isso está sendo destacado? Realizo a leitura destes momentos de outro lugar, de outro ângulo de observação." 46 capa

Em outra frente, os Cadernos IHU em formação, em sua 46ª edição, oferece uma série de entrevistas realizadas pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, a partir do contexto das manifestações que ocorreram a partir de 2013. A publicação intitulada Consequências do Outono: juventude, rua e desencontro político pode ser acessada em PDF na imagem ao lado e conta com entrevistas de Rodrigo Nunes, Antonio Martins, Leandro Beguoci, Lucia Mury Scalco, Salete Valesan, Bruno Lima Rocha, entre outros.

Regularmente, novas publicações são disponibilizadas digitalmente no portal das publicações do Instituto Humanitas Unisinos - IHU  e no site da revista IHU On-Line.

Boa leitura!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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03 Sep

Ucrânia perde controle sobre aeroporto e diz que Rússia iniciou 'grande guerra'

O Ministro da Defesa da Ucrânia, Valeriy Heletey, disse nesta segunda-feira que o país é palco de uma "grande guerra" provocada pela Rússia, que, segundo ele, teria iniciado uma ofensiva militar de “larga escala” no país vizinho.

A reportagem foi publicada pela BBC Brasil, 01-09-2014.

A declaração foi feita no mesmo dia em que as autoridades ucranianas admitiram ter perdido o controle sobre o aeroporto de Lugansk (leste da Ucrânia), ao se verem obrigadas a retirarem suas tropas do local – que, dizem, estava sob cerco de tropas russas.

“Uma grande guerra chegou à nossa casa, uma guerra jamais vista na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Infelizmente, as vidas perdidas em guerras como essa chegam não só a centenas, mas a milhares e até dezenas de milhares”, disse Heletey no Facebook.

Ainda de acordo com o Ministro da Defesa ucraniano, o governo russo foi obrigado a começar a intervenção em grande escala porque a força militar da Ucrânia estava “ganhando terreno no leste do país”, onde, além de Lugansk, fica a cidade de Donetsk, outro foco de combates.

Enquanto isso, a Rússia segue negando sua participação militar na Ucrânia e diz que não está enviando soldados para o país vizinho.

A última rodada de negociações para resolver a crise – realizadas em Minsk, capital da Belarus -, envolvendo membros do governo ucraniano e russo, além de líderes dos rebeldes separatistas, terminou sem que se chegasse a nenhum acordo.

Alemanha

Reagindo aos últimos desdobramentos, a chanceler (primeira-ministra) alemã, Angela Merkel, disse que estava claro que os choques no leste da Ucrânia nunca foram uma questão interna ucraniana, mas sim um conflito entre Rússia e Ucrânia.

Merkel ressaltou que Berlin estava pronto para adotar mais uma rodada de sansões contra Moscou, mesmo que isso venha a ter consequências negativas sobre a economia alemã.

O presidente da Alemanha, Joachim Gauck, foi além. Ele disse que a Rússia optou em encerrar sua parceria com a Europa ao buscar impor o que chamou de “nova ordem” no continente.

Por sua vez, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, pediu à União Europeia que mostre “bom senso” e não siga em uma escalada de sanções contra a Rússia que possam ser mutualmente prejudiciais.

Resposta da Otan

Também nesta segunda-feira, a Otan indicou que planeja criar uma força militar de resposta rápida, mobilizando milhares de soldados, para proteger o leste europeu.

Segundo o secretário-geral da entidade, Anders Fogh Rasmussen, tais tropas poderiam ser mobilizadas no local em apenas 48 horas, se for necessário.

A resposta da Otan vem depois de membros da organização no leste europeu e dos países bálticos terem sinalizado preocupação com o que enxergam como “ambições russas” na sequência da contínua crise na Ucrânia.

Rasmussen disse que todo o apoio militar seria pré-posicionado em países membros da Otan do leste europeu como parte de um “Plano de Ação Instantânea”, que permitiria o rápido envio das tropas.

Isso faria com que a aliança militar do ocidente se tornasse uma presença mais visível no leste da Europa e “reparadora, rápida e mais flexível para se ajustar a todos os tipos de desafios de segurança”, disse o secretário-geral da Otan a jornalistas em Bruxelas.

Rasmussen disse que novas medidas estão sendo tomadas “não porque a Otan quer atacar ninguém, mas porque o perigo e as ameaças estão mais presentes e mais visíveis (…) nós vamos fazer o que for preciso para defender nossos aliados”.

Para o analista diplomático da BBC Jonathan Marcus, a mudança apresentada por Rasmussen é parte de uma reforma mais ampla das forças de reação da Otan que, segundo os funcionários organização, não é exclusivamente ligada a Ucrânia.

“Para uma força dessas ser efetiva, serão necessários testes regulares. Além disso, representantes da Otan dizem que quartéis e outros ‘facilitadores’ (elementos- chave para a logística da ação, por exemplo) precisarão estar perto de áreas de ‘ameaças em potencial’ - o que, na prática, significa as fronteiras leste e sul da Otan.

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