07 Mai 2012
Briga pela representação dos trabalhadores e pelas contribuições envolve, de um lado, a CSP-Conlutas, e de outro a Força ou a CUT.
A reportagem é de Renée Pereira e publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, 06-05-2012.
Canteiros de grandes obras de infraestrutura viraram palco de uma disputa acirrada entre sindicatos ligados a diferentes centrais sindicais. Eles brigam pela representatividade dos trabalhadores e, de quebra, pela polpuda arrecadação das contribuições sindicais (e assistencial), que podem alcançar cifras milionárias. Para isso, tentam seduzir os operários com propostas muitas vezes irreais e acabam tumultuando o ambiente de trabalho, conforme troca de acusações entre os próprios sindicalistas.
A disputa, que pode comprometer o cronograma das obras, está espalhada por todos os grandes empreendimentos do País. Começou nas Hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia; passou pelo Complexo Industrial de Suape, envolvendo a Refinaria Abreu Lima e o polo petroquímico, em Pernambuco; atingiu a Termoelétrica de Pecém, no Ceará; e recentemente desembarcou na Usina de Belo Monte, no Pará.
Lá o conflito tem ocorrido entre a CSP-Conlutas - uma central sindical - e o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Pesada do Estado do Pará (Sintrapav), filiado à Força Sindical e que tem a representação atual dos operários.
(Cf. notícia do dia 07/05/2012 desta página).
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Se o seu inimigo tem fome, dê a ele de comer; se tem sede, dê a ele de beber.
Água fresca em garganta sedenta é a boa notícia de uma terra distante.
Fonte turvada e nascente poluída é o justo que fraqueja diante do injusto.
(Pr 25, 21.25-26)
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