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Cadernos IHU ideias


241ª edição - O poder pastoral, as artes de governo e o estado moderno



Palavras-chave: Poder Pastoral; Artes de Governo; Estado Moderno; Biopolítica; Democracia de Massas.

Cadernos IHU ideias, em sua 241ª edição, publica o artigo O poder pastoral, as artes de governo e o estado moderno, de Castor Bartolomé Ruiz, Professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo: O poder pastoral é uma modalidade de poder que se caracteriza pela noção do cuidado do outro. É sabido que nossa concepção de democracia remete à prática política da polis grega. Porém, é muito menos conhecida a genealogia da governamentalidade do Estado moderno em sua relação ao poder de cuidado da população. Neste ensaio mostramos como o tipo de poder que o Estado desenvolveu ao cuidar das necessidades da população - por exemplo as políticas públicas - remete às técnicas do poder pastoral criadas pelo cristianismo ao longo dos séculos, que por sua vez tiveram influência da noção de pastorado do oriente antigo.

O poder pastoral, ao cuidar do outro, desenvolveu um arte específica do governo das condutas. As artes de governo, longamente aperfeiçoadas pelo poder pastoral, tiveram uma decisiva influência na articulação dos modos de governar do Estado moderno. Muitas das técnicas da arte de condução das almas, próprias do poder pastoral, foram assimiladas e aperfeiçoadas pelas técnicas governamentais das populações, aplicadas pelo Estado e também pelo mercado modernos. A economia política moderna produziu uma arte específica do governo das populações influenciada pelas técnicas do poder pastoral, constituindo-se num dos marcos da biopolítica moderna.

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Informações pelo telefone 55 (51) 3590 8213 ou pelo endereço humanitas@unisinos.br.

240ª edição - O irrepresentável


 


Palavras-chave: Multidão; Poder Constituinte; Soberania; Representação; Irrepresentável.

Cadernos IHU ideias, em sua 240ª edição, publica o artigo O irrepresentável, de Homero Santiago, Professor da Universidade de São Paulo.

Resumo: Após uma apresentação introdutória dos conceitos de multidão e poder constituinte no âmbito da filosofia de Antonio Negri e tomando por base esse quadro conceitual, buscamos compreender o sentido profundo da invenção da representação política por Thomas Hobbes, a qual até hoje se encontra no coração de nossos sistemas políticos. Com isso, nosso objetivo é colher a presença de uma força de resistência que pode constituir o núcleo de uma política da democracia radical que se situe para lá da política representativa, a qual hoje é tantas vezes dita em crise. Essa força é o que chamamos de irrepresentável.

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239ª edição – Brasil: A dialética da dissimulação


Palavras-chave: Brasil, dialética, literatura, literatura brasileira. Machado de Assis.

Cadernos IHU ideias, em sua 239ª edição, publica o artigo Brasil: A dialética da dissimulação, de Fábio Konder Comparato, Professor Emérito da Universidade de São Paulo.

Resumo: Em obra primorosa, Dialética da Colonização, o Professor Alfredo Bosi focalizou o caráter intrinsecamente contraditório do processo colonizador do Brasil. Inspiro-me nessa visão metodológica, para ressaltar neste artigo outra oposição entre aparência e realidade, formando uma unidade dialética: o caráter fundamentalmente dissimulado dos nossos grupos sociais dominantes, com fun-das repercussões na vida social. Para ilustrar esse propósito e, concomitantemente, pres-tar homenagem a um dos melhores comentadores da literatura brasileira, recorro neste texto a citações de obras de alguns de nossos maiores literatos, notadamente Machado de Assis.

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238ª edição – O trabalho nos frigoríficos: escravidão local e global?



Palavras-chave: Direitos Humanos; banalização do mal; mobilidade humana; frigoríficos.

Cadernos IHU ideias, em sua 238ª edição, publica o artigo O trabalho nos frigoríficos: escravidão local e global?, de Leandro Inácio Walter.

Resumo: Esta é uma reflexão sobre mobilidade humana, condições de trabalho, saúde e segurança nos frigoríficos brasileiros, bem como sobre seu contexto social e institucional. Ainda, o termo escravidão busca elencar os limites reais da exploração do trabalho, suas repercussões na sociedade e na vida concreta de quem labora nos frigoríficos.

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Esta e outras edições dos Cadernos IHU ideias podem ser adquiridas diretamente no Instituto Humanitas Unisinos - IHU ou solicitadas pelo endereço humanitas@unisinos.br.

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237ª edição – Paul Feyerabend e Contra o Método: Quarenta Anos do Início de uma Provocação


 


Palavras-chave: Paul Feyerabend, Contra o Método, Ciência, Método, Racionalidade.

Cadernos IHU ideias, em sua 237ª edição, publica o artigo Paul Feyerabend e Contra o Método: Quarenta Anos do Início de uma Provocação, de Halina Macedo Leal.

Resumo: A obra Contra o Método, de Paul Feyerabend, é um marco nas reflexões da Filosofia e História das Ciências. Na referida obra, o autor critica a defesa de um modelo racional universalista para a ciência e revela novos possíveis caminhos de interação de padrões abstratos com a multiplicidade da prática científica. No decorrer das três edições do texto, Feyerabend lapida sua crítica e molda sua própria visão de ciência e racionalidade. No presente artigo, da comparação da primeira com a terceira edição de Contra o Método, serão apresentadas modificações formais no texto assim como o reflexo destas modificações no contexto argumentativo da obra. O objetivo é mostrar a atualidade do texto feyerabendiano, mesmo depois de quarenta anos de sua primeira publicação, salientando a dinamicidade, minúcia, crítica e autocrítica de Feyerabend com relação à ciência e às suas próprias reflexões.

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236ª edição - Economias Biopolíticas da Dívida


Palavras-chave: Nietzsche, economia, biopolítica, globalização, financeirização, neoliberalismo. 

Cadernos IHU ideias, em sua 236ª edição, publica o artigo Economias Biopolíticas da Dívidade Michael A. Peters.

Resumo: A questão e a moral da dívida vieram à tona em uma variedade de áreas – antropologia,economia, filosofia, finanças – como a base para uma investigação sobre o fenômeno da ‘economia da dívida’ e as novas configurações do "capitalismo da dívida" como uma expressão de inúmeros termos relacionados que sinalizam a mudança para a cultura da finança: globalização, financeirização, neoliberalismo e o próprio capitalismo financeiro. Nessa mudança para a dívida como um modo de vida, Nietzsche tem uma recém-descoberta relevância, especialmente na compreensão do que Balibar chama de novas ‘modalidades de subjetivação’ associadas a uma ‘economia geral (e sociedade)da dívida’, ou seja, a dívida como um instrumento ou mecanismo para o governo da subjetividade que funciona à margem do dinheiro, poder, economia e moral. 

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Michael A. Peters

235ª edição - Biopolítica, raça e nação no Brasil (1870-1945)



Palavras-chave: biopolítica, dispositivo de segurança, Estado-nação, população, História.

Cadernos IHU ideias, em sua 235ª edição, publica o artigo Biopolítica, raça e nação no Brasil (1870-1945), de Mozart Linhares da Silva.

Resumo: A partir do conceito de biopolítica, oriundo dos estudos foucaultianos, o artigo problematiza as relações entre raça/cor e narrativas identitárias nacionais entre 1870 e 1945, período em que a população aparece como objeto de intervenção do movimento eugenista e o Estado brasileiro firma as bases da chamada ideologia da democracia racial. A problematização proposta conduz a um segundo “nível” de análise, atinente à instituição da miscigenação como dispositivo de segurança, o que permitiu o equacionamento dos ditames eugenistas, evidentes na política de branqueamento nacional, com a construção da ideia de uma nação não racista.

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234ª edição - O capital no século XXI e sua aplicabilidade à realidade brasileira



Palavras-chave: Distribuição. Thomas Piketty. Brasil.

Cadernos IHU ideias, em sua 234ª edição, publica o artigo O capital no século XXI e sua aplicabilidade à realidade brasileira, de Róber Iturriet Avila e João Batista Santos Conceição.

Resumo: Este artigo apresenta uma resenha do livro O capital no século XXI, de Thomas Piketty, e traz indicadores do Brasil que se coadunam à temática do livro. Piketty resgata o debate teórico da distribuição com amparo no seu estudo inédito em um prazo temporal extenso, iniciando-se no ano 1700 até o atual estágio. Além de dialogar com outros teóricos, edifica sua própria construção teórica para explicar a desigualdade. O livro aponta o crescimento da desigualdade de renda e de riqueza após 1980 e traz proposições políticas para reversão desse processo. Após o resumo do livro, são feitas considerações críticas à obra de Piketty. Subsequentemente, são expostos dados brasileiros de distribuição de renda, de riqueza e a estruturação tributária, de modo a conectar o trabalho do autor com indicadores nacionais.

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233ª edição - Capitalismo biocognitivo e trabalho: desafios à saúde e segurança


 

Palavras-chave: Capitalismo biocognitivo; saúde do trabalhador; resistência social.

Cadernos IHU ideias, em sua 233ª edição, publica o artigo Capitalismo biocognitivo e trabalho: desafios à saúde e segurança, de Elsa Cristine Bevian.

Resumo: O capitalismo biocognitivo que estamos vivenciando afeta de forma significativa o mundo do trabalho, a saúde e a segurança dos trabalhadores. Relações de resistência são urgentes, pois os trabalhadores vivenciam situações contraditórias diante da pressão e do assédio moral que sofrem. O adoecimento físico e mental dos trabalhadores, vítimas das constantes reestruturações, precarização dos processos e relações nos ambientes de trabalho, geram preocupação, especialmente com o sofrimento causado. Este adoecimento é consequência da competição e concorrência mundial exacerbadas – todas as empresas querem produzir mais, lucrar mais, em menor tempo e com menor custo, exercendo pressão sobre os trabalhadores e as trabalhadoras para que produzam em ritmo alucinado, além dos seus limites físicos e mentais. É a mais-valia a qualquer custo, sem se importar com a dignidade dos trabalhadores. Esta condição humana de falta de liberdade afetou a construção da identidade social dos trabalhadores e, em termos históricos, alcança a potencialização da alienação no estágio atual do capitalismo. O fenômeno social do adoecimento dos trabalhadores aponta contradições e conflitos sociais, e, no caso das ciências humanas, que estão atentas a como os fatos se apresentam, por que e para que tornam-se questões interessantes para compreensão e explicação de fenômenos que se relacionam com os destinos dos trabalhadores na vida em coletividade.

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232ª edição - Migrantes por necessidade: o caso dos senegaleses no Norte do RS



Palavras-chave: Migrantes Senegaleses, Identidade, Trabalho, Globalização, Inserção Social.

Cadernos IHU ideias, em sua 232ª edição, publica o artigo Migrantes por necessidade: o caso dos senegaleses no Norte do RS, de Dirceu Benincá e Vânia Aguiar Pinheiro.

Resumo: O presente texto aborda a situação dos senegaleses que vivem na cidade de Erechim/RS, feitos migrantes em função do trabalho. As adversidades experimentadas no país de origem, na viagem e no novo meio social misturam-se à esperança de uma vida melhor. Após situar o fenômeno migratório no contexto da globalização neoliberal, destacam-se aspectos da identidade dos senegaleses. Na sequência, são analisadas algumas das dificuldades enfrentadas por eles, sobretudo relacionadas ao trabalho, ao idioma, à distância da pátria-mãe e à inserção na sociedade local.

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231ª edição - Bioética e biopolítica na perspectiva hermenêutica: uma ética do cuidado da vida



Palavras-chave: bioética, biopolítica, hermenêutica.

Cadernos IHU ideias, em sua 231ª edição, publica o artigo Bioética e biopolítica na perspectiva hermenêutica: uma ética do cuidado da vida, de Jesús Conill Sancho, Universidade de Valência - Espanha.

Resumo: Sobre a problemática entre o cuidado e a administração da vida, convém refletir, em primeiro lugar, sobre a perspectiva diretora do pensamento, que, na minha opinião, é a hermenêutica. Com efeito, ao longo do desenvolvimento do pensamento contemporâneo foi se introduzindo uma intensa transformação da filosofia, que teve dois impulsos preponderantes: o hermenêutico e o prático. E é nesse contexto que se deve entender a emergência da bioética e da biopolítica, que, por sua vez, constituem duas concreções da plasmação prática da filosofia.

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230ª edição - Biopoder e a constituição étnico-racial das populações. Racialismo, eugenia e a gestão biopolítica da mestiçagem no Brasil



Palavras-chave: Biopoder. Biopolítica. Racialismo. Eugenia. Branqueamento.

Cadernos IHU ideias, em sua 230ª edição, publica o artigo Biopoder e a constituição étnico-racial das populações. Racialismo, eugenia e a gestão biopolítica da mestiçagem no Brasil, de Gustavo da Silva Kern doutorando pela Univerisidade do Rio Grande do Sul - UFRGS e docente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - IFSC.

Resumo: O presente trabalho apresenta uma incursão teórica e empírica acerca do biopoder e sua atuação sobre a constituição étnico-racial da população brasileira. Partindo de uma discussão em torno da acepção que Michel Foucault conferiu ao conceito de biopoder e avançando sobre sua análise em torno do “racismo de Estado”, passo à abordagem dos discursos racialistas e eugenistas produzidos em nosso país entre as últimas décadas do século XIX e as primeiras décadas do século XX. Ao problematizar as teorizações em torno do branqueamento da população brasileira, procuro compreender o que Antonio Negri e Giuseppe Cocco chamaram de gestão biopolítica da mestiçagem no Brasil.

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229ª edição - Um olhar biopolítico sobre a bioética



Palavras-chave: bioética, biopolítica, Foucault.

Cadernos IHU ideias, em sua 229ª edição, publica o artigo Um olhar biopolítico sobre a bioética, de Anna Quintanas Feixas da Universidade de Girona, Espanha.

Resumo: Nos últimos anos temos defendido a necessidade de cruzar a bioética com os estudos biopolíticos. A razão principal reside no fato de pensar que a bioética corre o risco de converter-se na “cara amável da biopolítica” se, de forma consciente ou não, seu quefazer contribuir para maquiar, esconder ou esfumar as relações de poder e as questões políticas que se produzem em torno do “bios”. Seguramente, este perigo tem causas que estão além da própria bioética, posto que parece ser uma tendência do nosso tempo abusar do ponto de vista ético-humanitário, de tal forma que a perspectiva política fica relegada ou esquecida.

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228ª edição - A vida, o trabalho, a linguagem. Biopolítica e biocapitalismo



Palavras-chave: biocapitalismo, biopolítica, linguagem, trabalho, vida.

Cadernos IHU ideias, em sua 228ª edição, publica o artigo A vida, o trabalho, a linguagem. Biopolítica e biocapitalismo, de Sandro Chignola.

Resumo: O artigo faz memória de como o termo biopolítica foi cunhado e utilizado, muito antes de Foucault, fazendo referência a uma implementação da ciência política. Apresenta uma relação contextual dentro da qual os saberes e poderes evoluem apoiando-se uns sobre os outros e sobre a relevância dos processos que se combinam para estabelecer como segmentos para a valorização do capital e para as atividades das empresas.

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227ª - Paraguai: primeira vigilância massiva norte-americana e a descoberta do Arquivo do Terror (Operação Condor)



Palavras-chave: América Latina, Ditadura, Operação Condor, Paraguai, Washington.

Cadernos IHU ideias, em sua 227ª edição, publica o artigo Paraguai: primeira vigilância massiva norte-americana e a descoberta do Arquivo do Terror (Operação Condor), de Martín Almada.

Resumo: O artigo apresenta a cumplicidade dos governos de Washington e de Brasília num golpe de Estado que colocou Alfredo Stroessner na presidência do Paraguai e como o governo de Washington descarta facilmente quem com o tempo já não lhe serve. Na sequência, apresenta-se alguns dos elementos da política militar que teve como um dos seus principais instrumentos a sistemática vulneração dos Direitos Humanos na América Latina. Evidencia-se o pacto criminoso entre os países ditatoriais para o intercâmbio de informações de inteligência, denominado Operação Condor. Desvela-se o Arquivo do Terror e com este abrem-se as portas da verdade.

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