Será que não estamos prestes, como um passo para além da pós-modernidade, a repropor, em novos termos, nas diversas instâncias da cultura, sobretudo nas instâncias ética, filosófica e religiosa, o problema da transcendência como problema de um Transcendente que se eleve acima da natureza, do sujeito e da história? Que traços irão compor a figura do Transcendente aos olhos do homem que terá percorrido o caminho do individualismo moderno e da anomia pós-moderna? Será que o Instituto Humanitas Unisinos – IHU não é chamado a audaz e humildemente começar a decifrar esses traços nos sinais ainda incertos que anunciam um novo tempo?
O Instituto quer, assim, com toda a comunidade universitária contribuir para o debate da “Transcendência meta-histórica que é referência última do espaço ético a ser construído e reconstruído por nós como lugar da nossa realização individual e social, como lugar da nossa práxis individual e coletiva”. Para isso, propõe-se a abrir novas possibilidades de engajamento da teologia no âmbito acadêmico e sociocultural, caracterizando-a como teologia pública.

"Amado Frei Beto,é importante lebrar que além de um "ótimo"governo,fidel é também um g..."
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A Revolução cubana é uma obra evangélica, afirma frei Betto, em encontro com Fidel Castro
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"Creio que fiquei meio confuso, com o que foi explanado neste artigo, talvez pela forma com..."
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Por que estudar religião?
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