“O poder é ilegítimo até que se demonstre o contrário”, declara Noam Chomsky

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Por: Jonas | 23 Outubro 2014

“O poder é ilegítimo até que se demonstre o contrário”, afirmou o intelectual e crítico estadunidense Noam Chomsky, ao recordar os primeiros anarquistas e se definir como um, durante uma videoconferência realizada no sábado à noite, na Feira Internacional do Livro no Zócalo, onde também afirmou que os problemas imediatos que devemos atacar são a ameaça permanente de uma guerra nuclear e o desastre ecológico que coloca em risco a espécie humana.

A reportagem é de Ericka Montaño Garfias, publicada por Rebelión, 21-10-2014. A tradução é do Cepat.

De Massachusetts, Chomsky enviou uma saudação ao jornal La Jornada por seu aniversário número 30, e destacou que este meio de comunicação é “o mais independente da história”.

Os encarregados de entrevistar o colaborador do jornal La Jornada foram os escritores mexicanos Paco Ignacio Taibo II e Fabrizio Mejía Madri, no fórum José Revueltas da Brigada para Ler em Liberdade, no marco da FIL Zócalo, cuja versão 14 se encerra neste domingo.

Eles percorreram com ele tema por tema: desde a utopia, América Latina e sua luta para sair do colonialismo, até os Estados Unidos e sua relação com o México, e o que ocorre em nosso país, que Taibo II qualificou como “a ofensiva neoliberal mais brutal que se conheceu no México”.

Esta ofensiva destrói direitos agrários, direitos trabalhistas, a posse nacional do petróleo; em segundo lugar, “o aumento brutal de uma atitude autoritária e repressiva por parte do governo e os governos locais; e, em terceiro, a delirante guerra contra o narcotráfico que se iniciou no governo de Calderón. É necessário muito trabalho para encontrar uma maneira de unificar a dissidência imensa que se criou no país e lhe dar apenas um objetivo. Você tem alguma ideia brilhante para nos ajudar a sair do marasmo?”

Essas, disse Noam Chomsky, “são as três fases destrutivas, e o México tem um cúmplice que são os Estados Unidos. A maior parte da droga que se produz no país se consome nessa nação, e o que os Estados Unidos dão em troca ao México são as armas com as quais os mexicanos estão se matando. Se a isso acrescentamos as políticas suicidas que os políticos mexicanos estão exercendo e as reformas suicidas, encontramo-nos frente a um enorme problema”.

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