Térmicas serão cada vez mais necessárias, diz diretor-geral do ONS

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Por: Cesar Sanson | 21 Mai 2014

Hermes Chipp diz que hidrelétricas não poupam água em época de seca. Uso de térmicas, movidas a carvão, pode aumentar emissões do país.

A reportagem é da agência Reuters e reproduzida por Globo Natureza, 20-05-2014.

A garantia do abastecimento de energia elétrica no Brasil vai demandar cada vez mais o uso de usinas termelétricas, afirmou nesta terça-feira (20) o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, durante seminário da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Segundo ele, as térmicas serão necessárias para garantir a geração de energia em um cenário em que as novas usinas hidrelétricas de grande porte não possuem mais, devido a exigências ambientais, reservatório de regulação, ou seja, não conseguem mais poupar água para usar nos períodos de seca.

Chipp disse ainda que, de cerca de 20 mil MW novos de usinas hidrelétricas que entrarão em operação entre 2013 e 2018, apenas 200 MW são de usinas que possuem reservatório.

Emissões do setor energético

Ambientalistas têm criticado a posição do Brasil de empregar as termelétricas em vez de outras formas de geração de energia alternativas. Essa matriz, que utiliza o carvão como matéria-prima, é altamente poluente e pode contribuir para elevação das emissões de gases do Brasil.

Em junho, o Ministério da Ciência divulgou que entre 2005 e 2010 as emissões brasileiras de gases de efeito-estufa caíram 38,7%. A queda foi impulsionada pela redução do desmatamento em florestas (-76,1%), principalmente na Amazônia.

Em contrapartida, houve alta das emissões dos setores de energia (+21,4%), processos industriais (5,3%), agropecuária (5,2%) e resíduos sólidos (16,4%).

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