Alemanha. O relatório sobre os abusos do clero em Colônia incrimina os cardeais Meisner e Höffner

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20 Novembro 2020

O cardeal Woelki, atual arcebispo de Colônia, na Alemanha, reconhece: “foi cometido um grave erro”.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 20-11-2020. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

A., um padre que hoje tem 87 anos, trabalhou em três dioceses diferentes apesar das condenações por abusos sexuais. Em 1972 o padre, que pertence à arquidiocese de Colônia foi condenado à prisão por “fornicação continuada com crianças e vulneráveis”.

No entanto, foi transferido para a diocese de Münster em 1973 e permanecendo até 1989, quando foi novamente condenado por atos sexuais com menores e voltou a Colônia pouco depois como capelão em um asilo de idosos, como conta o portal Katolische.

Ainda, como padre aposentado esteve em Bochum-Wattenscheid, na diocese de Essen, desde 2002 até 2015. Somente, em 2019, o cardeal Woelki, sucessor do cardeal Meisner em Colônia, proibiu o clérigo de qualquer serviço sacerdotal.

Segundo uma investigação inédita dos escritórios de advocacia Westpfahl Spilker Wastl, o cardeal Höffner, predecessor de Meisner em Colônia, teria reincorporado o padre A. ao serviço pastoral apesar de sua condenação, “descuidado da adoção de medidas legais em virtude do direito canônico contra o clérigo”.

Seu sucessor, Mesiner, também sabia dos crimes do padre, porém “contrariamente a seu dever, absteve-se de qualquer sanção assim como as medidas de proteção das crianças e jovens em perigo”.

Por fim, agora, o cardeal Woelki, sucessor dos falecidos Höffner e Meisner, reconhece que, no caso do padre A., foi cometido “um grave erro”. O prelado reconhece que não se levou em conta as advertências contra o padre. E ainda, “foi escondido” e “não foi castigado, abandonando a suspensão por razões completamente inexplicáveis”.

Woelki explicou ainda que, como bispo responsável, teria feito com que se investigassem os fatos e iniciado um processo penal de acordo com o direito canônico: “a sentença foi ditada, ainda que a confirmação da Congregação para a Doutrina da Fé em Roma siga pendente”.

 

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