Celebrar em casa: 3º Domingo de Páscoa. Memória do encontro de Jesus com os discípulos de Emaús

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24 Abril 2020

As Irmãs Pias Discípulas do Divino Mestre elaboram este subsídio litúrgico, preparado para o próximo domingo, no intuito de ajudar as pessoas que desejem celebrar o Domingo em suas casas, com uma celebração da Palavra de Deus. O material foi enviado por Márcio Pimentel, presbítero da Arquidiocese de Belo Horizonte.

 

Eis o texto.

 

1. Abertura

- Quem preside canta, os demais repetem:

- Verdadeiramente, ressurgiu Jesus, [bis]
Cantemos aleluia, resplandece a luz. [bis]

- Eis que um santo dia, para nós brilhou, [bis]
Nele, o Senhor agiu, sem fim seu amor. [bis]

- Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. [bis]
Glória à Trindade santa, glória ao Deus bendito. [bis]

 

2. Motivação

Recordamos neste terceiro domingo da páscoa, aquele primeiro dia da semana em que Jesus apareceu a dois discípulos que deixavam Jerusalém a caminho de Emaús. Eles se afastam, mas Jesus se aproxima deles. Neste momento em que precisamos ficar longe da nossa comunidade eclesial, o Senhor se aproxima de nós, entra em nossa casa e se faz presente no meio de nós.

 

3. Salmo 112 [111]

Oremos este salmo que elogia as pessoas amigas de Deus e peçamos a graça de um coração bondoso, justo e sincero.

Tu me ensinas o caminho da vida
Junto a ti felicidade sem limites.

- Feliz quem respeita o Senhor
E ama com carinho a sua lei!
- Sua descendência será forte na terra,
Abençoada a geração de quem é reto.
- Haverá glória e riqueza em sua casa,
E permanece para sempre o bem que fez.
- É correto, generoso e compassivo;
Como luz, brilha nas trevas para os justos.
- Feliz quem é caridoso e prestativo,
Que resolve seus negócios com justiça.
- Porque jamais vacilará quem é justo,
Sua lembrança permanece eternamente.
- Reparte com os pobres os seus bens,
Permanece para sempre o bem que fez,
- E crescerão a sua glória e seu poder.
Bendito seja Deus agora e sempre.

- Oração silenciosa

 

4. Oração

Ó Deus,
tu que repartes com largueza os teus bens,
faze que as palavras deste salmo
se cumpram em nossa vida;
que sejamos felizes
por viver segundo o teu coração.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

 

5. Leitura do Evangelho - Lc 24,13-20.25-31

Uma pessoa da casa faça pausadamente a leitura:

Leitura do Evangelho de Lucas.

Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos iam para um povoado, chamado Emaús, a uns dez quilômetros de Jerusalém. Então, Jesus perguntou: “O que andais conversando pelo caminho?” Eles pararam com o rosto triste, e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: “És tu o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes dias?” Ele perguntou: “Que foi?” Eles responderam: “O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e diante de todo o povo. Os sumos sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram.

Então ele lhes disse: “Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! Não era necessário que o Cristo sofresse tudo isso para entrar na sua glória?” E começando por Moisés e passando por todos os profetas, explicou-lhes, em todas as Escrituras, as passagens que se referiam a ele. Quando chegaram perto do povoado para onde iam, ele fez de conta que ia adiante. Eles, porém, insistiam: “Fica conosco, pois é tarde e a noite vem chegando!” Ele entrou para ficar com eles. Depois que se sentou à mesa com eles, tomou o pão, pronunciou a bênção, partiu-o e deu a eles. Neste momento, seus olhos se abriram, e eles o reconheceram.

Ele, porém, desapareceu da vista deles. Então um disse ao outro: “Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?” Naquela mesma hora, levantaram-se e voltaram para Jerusalém, onde encontraram reunidos os Onze e os outros discípulos. E estes confirmaram: “Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!” Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como o tinham reconhecido ao partir o pão. Palavra da salvação.

 

6. Meditação

- Quem preside lê o texto abaixo e abre para a partilha do grupo:

Dois discípulos se afastam de Jerusalém e voltam para Emaús, sua cidade. Jesus se aproxima deles. Eles discutem, Jesus os ilumina com as Escrituras e seus corações se aquecem. Mas seus olhos estão cegos pela desilusão causada pela morte e não reconhecem Jesus. Ao entrar na casa, o gesto de Jesus de partir o pão reativa a sua memória de fé. Reconhecem Jesus no gesto que tantas vezes Ele fez, quando andava com eles. Então os seus olhos se abriram e puderam perceber a mudança nos seus corações durante o caminho. Então voltaram para Jerusalém, para a comunidade que haviam deixado. Encontraram os irmãos e irmãs reunidos. Nenhuma reprovação ou julgamento. Neste ambiente de acolhida, puderam ouvir e partilhar a sua experiência. Os próprios deslizes e incertezas, podem contribuir para a construção da comunidade.

 

7. Preces

Invoquemos a Cristo, e confiemos a ele as nossas preces, dizendo: Senhor, tem piedade de nós.

- Cristo nossa páscoa, vencedor da morte, vem socorrer-nos em nossas enfermidades. Senhor, tem piedade de nós.

- Cristo nosso irmão, defensor da vida, protege as pessoas que, neste tempo de pandemia, estão mais expostas, a serviço da vida. Senhor, tem piedade de nós.

- Cristo nossa alegria, razão da nossa esperança, converte o nosso coração e faze nascer deste “exilio” uma nova humanidade. Senhor, tem piedade de nós.

- Preces espontâneas...

 

8. Pai Nosso

Oremos a oração que Jesus nos ensinou: Pai nosso...

 

9. Bênção

O Deus da paz, que pela força do seu Espírito
ressuscitou Jesus dentre os mortos,
ressuscite-nos desde já para uma vida nova.
A ele a glória e o louvor para sempre. Amém.
Abençoe-nos o Pai e o Filho e o Espirito Santo. Amém.

 

Oração à mesa

- Estando todos/as em torno da mesa ,entoa-se este canto:

Jesus , quando o mundo anoitece
Jesus, vem ficar com tua gente;
Jesus, abençoa e reparte
o pão que o amor fortalece.

Emaús é aqui e agora,
de sentar e comer é a hora.
Alguém toma o pão e agradece;
na partilha, o olhar se esclarece.

- Quem preside faz a oração:

Vem, Senhor, à nossa mesa,
e dá-nos a alegria da tua presença.
Nós te louvamos, porque ressuscitado
te manifestaste aos discípulos durante uma refeição.
A nós que recebemos o dom da tua Palavra,
concede-nos partilhar estes alimentos em ação de graças;
dá-nos um coração generoso
para repartir o que temos.
A ti a glória pelos séculos. Amém.

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