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22 Agosto 2019

Muitos bilionários estão se preparando para uma iminente catástrofe, provavelmente associada à mudança climática e à superpopulação. Para se proteger, constroem cada vez mais bunkers de luxo. Em um artigo, a CNN resenha esta tendência e destaca alguns dos bunkers mais notáveis pertencentes aos bilionários que estão se preparando (um deles, destaca, é Bill Gates).

A reportagem é publicada por PijamaSurf, 17-08-2019. A tradução é do Cepat.

São construídos bunkers com facilidades, com o grande conforto transcataclismo de piscinas e jardins subterrâneos. Alguns são de aço e foram desenhados para fornecer mais de um ano de comida por residente e para suportar terremotos. Segundo um executivo de uma das empresas que fabricam estes refúgios de luxo, nos últimos anos, a construção destas propriedades aumentou 700%.

Também estão em voga os bunkers comunitários, fortalezas nas quais é possível compartilhar a vida com humanos similares, bilionários e atemorizados pelo fim do mundo. São chamados de Designer Arks, como a Arca de Noé, mas com desenhos vanguardistas, personalizados às “necessidades” dos bilionários.

Alguns bunkers militares construídos em tempos da Guerra Fria estão sendo adaptados para nossos tempos, equipados com alta tecnologia e comodidades com as quais estamos acostumados, academias, ‘spas’, telas.

A Europa também está testemunhando tais tipos de construções. Segundo a CNN, The Oppidum, na República Tcheca, pode ser o “maior bunker para bilionários do mundo”. Trata-se de uma ex-instalação de alta segurança comunista que agora tem um complexo subterrâneo de 77 mil pés com todas as facilidades: cinema, ‘spa’, adegas, etc.

O teórico de mídia Douglas Rushkoff relata como foi consultado por um grupo de bilionários interessados em pressagiar este evento cataclísmico e quais seriam os melhores lugares para construir seus abrigos. Rushkoff narra como em vez de se apresentar a um público, como costuma acontecer quando dá uma palestra, foi sentado em uma mesa com cinco bilionários do mundo das finanças, que não estavam realmente interessados no que havia preparado.

Os bilionários tinham suas próprias perguntas: queriam saber coisas pontuais, como se a computação quântica era algo sério ou se Ray Kurzweil conseguiria transplantar sua consciência em um computador com a ajuda do Google, ou se a Nova Zelândia seria um lugar melhor que o Alasca para escapar da iminente crise climática.

De maneira mais alarmante, um dos homens deste encontro o questionou sobre como manter sua autoridade uma vez que ocorresse “O Evento”, algo assim como a singularidade ou o cataclismo que está por vir (seja qual for o seu deflagrador final), quando as massas e seus próprios trabalhadores, finalmente, se rebelarem contra ele.

Rushkoff escreve que para estas pessoas “o futuro da tecnologia” significava se preparar para o momento em que fosse possível “transcender a condição humana inteiramente”, com a possibilidade de “se isolar do perigo real e da iminente mudança climática, aumento do nível do mar, migração massiva, pandemias globais, medo dos nativos e esgotamento dos recursos”. Em uma só palavra, disse Rushkoff, a tecnologia para eles é uma questão de “escapar”.

Como notaram pessoas do movimento Extinction Rebellion e o próprio Rushkoff, a atitude fatalista e irresponsável dos grandes empresários das finanças, tecnologia e energia é preocupante, pois em vez de reunir seus esforços para salvar nosso projeto de civilização na Terra, só pensam em como podem escapar.

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