Como Maria, sejam ''influencers'' de Deus: o pedido do papa aos jovens na vigília da Jornada Mundial da Juventude

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27 Janeiro 2019

Embora Maria não se considerasse uma “influencer”, como muitas personalidades das mídias sociais, ela se tornou, mesmo assim, a mulher mais influente da história, confiando “no amor e nas promessas de Deus, que é a única força capaz de renovar, de fazer novas todas as coisas”, disse o Papa Francisco aos jovens na vigília de oração da Jornada Mundial da Juventude, no sábado, 26 de janeiro.

A reportagem é de Junno Arocho Esteves, publicada em Catholic News Service, 27-01-2019. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

“Vocês querem ser um ‘influencer’ ao estilo de Maria? Ela se animou a dizer: ‘Faça-se’”, perguntou. “Só o amor nos torna mais humanos, mais plenos. Todo o resto são placebos bons, mas vazios.”

Apesar das temperaturas sufocantes da Cidade do Panamá, centenas de milhares de jovens foram até o Parque São João Paulo II no penúltimo dia da Jornada Mundial da Juventude. Eles levaram sacos de dormir e barracas, preparados para passar a noite no campo – rezando o terço, fazendo novos amigos – antes de celebrar a missa com o Papa Francisco às 8h desse domingo, 27 de janeiro. O papa não passou a noite lá, mas retornou mais tarde à nunciatura apostólica.

Chegando em seu papamóvel, Francisco atravessou um mar de bandeiras e faixas coloridas, e as pessoas acenaram animadamente.

Depois que o papa tomou o seu lugar no palco, jovens adultos do Panamá e dos territórios palestinos relataram suas experiências de encontrar fé e esperança em meio a dúvidas, doenças e vícios.

Erika de Bucktron, 42 anos, mãe de quatro filhos, do Panamá, falou sobre o medo e as dificuldades que ela enfrentou quando os médicos disseram que sua gravidez estava em alto risco depois de diagnosticar a sua filha nascitura com síndrome de Down.

Ao longo de sua gravidez, disse, ela e seu marido se entregaram nas mãos de Deus e, após o nascimento de sua filha, decidiram “amá-la de todo o coração, sem fazer qualquer distinção com os nossos outros filhos, que também a acolheram com muito amor”.

O panamenho Alfredo Martínez Andrion, 20 anos, recordou a sua experiência em uma vida de drogas e crime. Seu vício, disse, levou-o, no fim, a uma condenação de um ano de prisão. Apesar das tentativas de se reabilitar após a sua libertação, ele voltou a cair no uso de drogas.

Por fim, ele encontrou ajuda em uma casa administrada por católicos que o ajudaram e encorajaram “no meu caminho rumo à reintegração”.

“Eu quero dizer aos jovens do mundo que Deus nos ama e nunca nos abandona. Somos os mestres das nossas próprias ações, mas, se estivermos com Deus, tudo ficará bem”, disse Martínez.

Nirmeen Odeh, uma palestina de 26 anos, deu o testemunho final da noite, lembrando que, apesar de ter nascido e crescido na Terra Santa, ela era apática ao cristianismo, especialmente tendo vindo “de um lugar onde muitos dos meus direitos mais simples são violados”.

“Eu achei melhor ficar distante do cristianismo, para não ser incomodada pelos outros”, disse Odeh. “Com todas as lutas e o cansaço da vida diária, eu não estava interessada na fé. No entanto, estava curiosa sobre a ideia de Deus! Isso me fascinava.”

Depois de participar da Jornada Mundial da Juventude de 2016, em Cracóvia, Polônia, Odeh disse ter dado um “salto de fé” e começado a receber os sacramentos.

“E aqui eu estou hoje, três anos depois, no Panamá, rezando animadamente para que ele (Deus) me guie na minha próxima jornada”, disse.

Depois de ouvir esses relatos, Francisco dirigiu-se aos jovens, dizendo que suas experiências refletiam o risco que Maria assumiu ao dizer “sim” a Deus.

A salvação que Deus deseja dar a seus filhos, disse, não é um arquivo na nuvem à espera de ser baixado, ou o último aplicativo, mas sim um convite para “fazer parte de uma história de amor que se entrelaça com as nossas histórias; que vive e quer nascer entre nós para que demos fruto aí onde estivermos, como quer que estivermos e com quem estivermos”.

No entanto, os cristãos só podem receber essa salvação colocando sua confiança em Deus, especialmente em momentos de incerteza, dúvida e provação.

Recordando a experiência testemunhada por Erika, o papa disse que os medos e as dificuldades que o casal enfrentou com o nascimento de sua filha significaram abraçar a vida, mesmo “dando as boas-vindas a tudo o que não é perfeito, a tudo o que não é puro nem destilado, mas, nem por isso, menos digno de amor”, disse.

“Por acaso alguém, por ser deficiente ou frágil, não é digna de amor?”, perguntou o papa. “Alguém por ser estrangeiro, por ter se equivocado, por estar doente ou em uma prisão é digna de amor?”

Deus começa a escrever a sua grande história de amor precisamente através dos problemas, das fragilidades e das falhas das pessoas, disse o papa. Assim como ele abraçou Pedro após suas negações, Jesus também ajuda os cristãos a se levantarem quando caem, acrescentou o papa.

Agradecendo Martínez pelo seu testemunho, Francisco disse que a experiência do jovem panamenho mostra que, sem raízes fortes e firmes, “é impossível crescer”.

As pessoas mais velhas, continuou, devem se perguntar sobre quais fundamentos elas estão fornecendo para ajudar os jovens a crescer, em vez de lançar críticas contra eles.

“É muito fácil criticar e dos jovens e passar o tempo murmurando se os privamos de oportunidades de emprego, educativas e comunitárias nas quais possam se agarrar e sonhar com um futuro”, disse.

“Sem educação, é difícil sonhar com um futuro; sem trabalho, é muito difícil sonhar com um futuro; sem família e sem comunidade, é quase impossível sonhar com um futuro.”

O papa disse que os jovens também precisam estar enraizados em uma comunidade e um lar que preparem seus corações e lhes deem um senso de pertença.

A experiência de Odeh, explicou, é a prova de que essa pertença também dá um senso de identidade que permite aos jovens “viver a alegria que significa ser encontrado por Jesus”.

Francisco encorajou os jovens a não terem medo de abrir seus corações para Cristo e a “abraçar a vida com toda a sua fragilidade, com toda a sua pequenez, mas também com toda a sua grandeza e a sua formosura”.

“Não tenham medo”, disse, “de dizer a Jesus que vocês também querem fazer parte da sua história de amor no mundo, que vocês estão prontos para algo mais!”

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