Usar menos papel e uma “peregrinação” de jovens e padres sinodais: propostas que surpreenderam no Sínodo

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12 Outubro 2018

Duas propostas de temas concretos, esses que muitas vezes o Papa Francisco pede, e que foram feitas na Aula do Sínodo nas últimas horas, colheram aplausos e aprovação quase unânime entre os padres sinodais, segundo confirmou Religión Digital.

A reportagem é de Hernán Reyes Alcaide, publicada por Religión Digital, 11-10-2018. A tradução é de André Langer.

A primeira foi uma declaração corajosa de um dos jovens, que confirmou como a encíclica Laudato Si’ penetrou nas novas gerações. Foi o argentino Mariano García que, na quarta-feira à tarde, foi bastante aplaudido com o seu pedido.

“Estamos todos aqui presentes com dispositivos tecnológicos: celulares, tablets, computadores. Não seria um bom passo deixar de usar tanto papel para os discursos e documentos?”, foi a corajosa e surpreendente convocatória do coordenador da Pastoral da Juventude da Conferência Episcopal Argentina (CEA).

Em tempos em que muitos eventos internacionais medem a sua pegada de carbono, calculam os “danos ambientais” provocados pelas viagens aéreas dos seus participantes e reduzem o uso de documentos impressos, a proposta de García parece ser a forma mais concreta de começar afazer descer à vida cotidiana a encíclica-emblema da ecologia integral. Ainda mais quando está sendo feita em um prédio que se jacta em sua receita da economia de energia produzida pelos painéis solares.

A segunda proposta que está sendo estudada pelos padres sinodais também teve uma recepção muito boa. No momento em que se pede e se insiste na necessidade da “Igreja em saída”, que Bergoglio propôs já na Evangelii Gaudium em 2013, e em que se repete como um mantra que o Sínodo é um “caminhar juntos”, um dos padres propôs tornar realidade essa ideia.

Foi o arcebispo italiano Rino Fisichella, presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, que apresentou uma forma de tornar “concretas” estas duas expressões: “Por que não pensar em uma peregrinação, uma caminhada pelo menos, conjunta entre os padres sinodais e os jovens que participam do Sínodo?”.

Consciente do apertado calendário em que se vive até o dia 28 de outubro, propôs, em todo caso, que a ideia seria fazê-lo “sem interferir no desenvolvimento já programado” da XV Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos.

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