Mulher não se sente representada pelos políticos atuais, diz pesquisa

Revista ihu on-line

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

Edição: 540

Leia mais

Mais Lidos

  • Bispo brasileiro diz que ordenará mulheres ao diaconato se papa permitir

    LER MAIS
  • “A ética do cuidado é um contrapeso ao neoliberalismo”. Entrevista com Helen Kohlen

    LER MAIS
  • Irmã Dulce, símbolo de um Brasil que está se esquecendo dos pobres. Artigo de Juan Arias

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

29 Setembro 2018

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira 28 pelo Instituto Locomotiva e pelo jornal El País mostra que a grande maioria das mulheres não se sentem representadas pelos políticos que ocupam cargos no Executivo ou Legislativo no Brasil - 94% delas, conforme sondagem feita.

O levantamento entrevistou 2.015 mulheres com 16 anos ou mais em 35 municípios brasileiros na primeira semana de setembro deste ano.

Entre as mulheres questionadas, 93% acham que os políticos atuais não procuram ouvir os brasileiros para tomar suas decisões e 95% acreditam que deveria haver mais mulheres na política.

A informação é publicada por CartaCapital, 28-09-2018.

As mulheres são 52% dos votantes no País, o que representa 77 milhões de eleitoras. São elas também as mais indecisas e resistentes na hora de escolher quem será o próximo presidente da República. Segundo a última pesquisa Ibope, divulgada na segunda-feira 25, quando questionadas sobre em qual candidato votariam se a eleição fosse hoje, 8% disseram não saber, e 15% afirmaram que registrarão branco ou anularão o voto no primeiro turno das eleições.

A perspectiva futura não parece ser otimista. Reportagem da CartaCapital analisou as propostas referentes à população feminina nos planos e diretrizes de governo divulgados no site DivulgaCandContas, do TSE. Dos 13 presidenciáveis, 4 mal chegaram a citar o termo “mulher” em seus planos de governo e apenas 5 apresentam propostas concretas em relação a elas.

Embora a pesquisa e o cenário apresentado nos programas de governo dos presidenciáveis pareçam negativos, as mulheres demonstraram ter consciência do poder que têm nas eleições: 76% das entrevistas concordam que seu voto pode fazer a diferença no país e 55% concordam que “a política é o melhor caminho para as mulheres sofrerem menos preconceito”.

“Podemos perceber pelos dados que embora as mulheres façam parte do descontentamento geral dos eleitores brasileiros com relação ao mundo da política, elas se tornam cada vez mais agentes de mudança por meio do exercício da política no país”, diz Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

Para refletir sobre o cenários e as perspectivas futuras, as vices candidatas à Presidência da República debaterão na manhã desta sexta-feira 28 a participação da mulher na política brasileira. Segundo o instituto, que promove o encontro, confirmaram presença Ana Amélia (PP), candidata à vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB); Manuela D'Ávila (PC do B), candidata à vice de Fernando Haddad (PT); Kátia Abreu (PDT), candidata à vice de Ciro Gomes (PDT); e Sonia Guajajara (PSOL), candidata à vice de Guilherme Boulos (PSOL).

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Mulher não se sente representada pelos políticos atuais, diz pesquisa - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV