"Eu o escutei e depois, juntos, escrevemos aquele artigo". Entrevista com Marco Tosatti

Revista ihu on-line

Do ethos ao business em tempos de “Future-se”

Edição: 539

Leia mais

Grande Sertão: Veredas. Travessias

Edição: 538

Leia mais

A fagocitose do capital e as possibilidades de uma economia que faz viver e não mata

Edição: 537

Leia mais

Do ethos ao business em tempos de “Future-se”

Edição: 539

Leia mais

Grande Sertão: Veredas. Travessias

Edição: 538

Leia mais

A fagocitose do capital e as possibilidades de uma economia que faz viver e não mata

Edição: 537

Leia mais

Mais Lidos

  • A CNBB urge o governo a tomar “medidas sérias para salvar uma região determinante no equilíbrio ecológico do planeta”

    LER MAIS
  • Planeta em chamas. Artigo de Eliane Brum

    LER MAIS
  • 10 mapas e imagens de satélite internacionais que mostram a dimensão das queimadas no Brasil

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

30 Agosto 2018

Foi a correspondente do Vaticano da agência Associated Press que revelou que a carta de 11 páginas por Carlo Maria Viganò foi escrita a 4 mãos: "Ele tinha escrito à colega Nicole Winfield e assim ela hoje (dia 28/8) me chamou ...", explica Marco Tosatti, ex-correspondente do Vaticano da Stampa hoje autor do blog «Stilum Curiae»: “Viganò me ligou há um mês pedindo uma entrevista. Ele veio a Roma, para a minha casa. Eu disse: ‘aqui está o gravador’, mas ele me parou: ‘Ainda não ...’. Mas percebi imediatamente que ele tinha coisas importantes para revelar. Então ele retornou para minha casa em 21 de agosto às 9h30”.

A entrevista é de Dino Martirano, publicada por Corriere della Sera, 29-08-2018. A tradução é de Luisa Rabolini.

Eis a entrevista.

Por que a entrevista se transformou em um texto sem perguntas?

Porque, conforme ele sugeriu, a continuidade da história não fosse quebrada. E assim, juntos, escrevemos o artigo.

Por que Viganò falou depois de 5 anos?

Ele fez isso, segundo ele, quando a justiça USA se mexeu, sobre o caso da criança molestada por McCarrick e depois que, na imprensa, foi lançado um artigo que para defender Francisco atacava o trabalho de Bento XVI e de seus dois antecessores Washington, Montalvo e Sambi.

Viganò foi removido pelo Papa Francisco em 2015. É uma vingança?

Não. Ele estava emocionado e tinha lágrimas nos olhos quando contava os detalhes: ‘Mas como eles podem continuar a rezar a missa’, repetia ele. Ele me disse que teme por sua segurança, talvez pensem que tenha algum documento guardado.

Você perguntou isso a ele?

Ele me disse que depois da publicação teria desconectado o telefone.

O que você pensa do papa Bergoglio?

Ele tornou a Igreja simpática e atraente, do lado de fora. Mas por dentro gerou confusão e desorientação.

Leia mais

 

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

"Eu o escutei e depois, juntos, escrevemos aquele artigo". Entrevista com Marco Tosatti - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV