Estados Unidos. Cardeal Tobin pede a Trump que retifique e retorne ao Acordo de Paris

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08 Maio 2018

Que Donald Trump “assegure que os Estados Unidos continuem sendo um líder global na redução de emissões” e que “volte à comunidade global e ao Acordo de Paris. Esta é a petição do cardeal Joseph Tobin, que acaba de assinar a Declaração Católica dos Estados Unidos sobre o Clima: a resposta da Igreja estadunidense à saída do mandatário republicano do convênio internacional que obriga a manter o aquecimento global abaixo dos 2 graus.

A reportagem é de Cameron Doody, publicada por Religión Digital, 07-05-2018. A tradução é do Cepat.

A Arquidiocese de Newark, que é conduzida por Tobin, informou no dia 2 de maio que o purpurado não só assinou a Declaração, como também convidou todas as paróquias, escolas e outras instituições da Arquidiocese a fazer o mesmo. O documento reafirma que, apesar da anunciada retirada de Trump, a Igreja católica continua considerando a luta contra a mudança climática uma “questão moral urgente”.

O aquecimento global “coloca em risco o futuro de nossa casa comum, ameaça a vida e dignidade humanas e aumenta as dificuldades que as pessoas mais pobres e mais vulneráveis já experimentam, tanto aqui como no estrangeiro”.

“Ensinamos que os governos existem para proteger e promover o bem comum, continua a petição, que prossegue citando o Papa Francisco na Laudato Si’, 23: “O clima é um bem comum, de todos e para todos”.

O fato de Tobin ter assinado a Declaração na semana passada é especialmente notável, já que representantes da comunidade internacional estão reunidos na Alemanha, nestes dias, para preparar a Convenção Marco da ONU sobre a mudança climática (COP24), que acontecerá na Polônia, em dezembro.

A Declaração Católica dos Estados Unidos sobre o Clima representa o equivalente eclesial a uma iniciativa civil que já reuniu as assinaturas de mais de 2.700 governadores estatais, prefeitos, presidentes universitários e empresários que representam mais de 158 milhões de estadunidenses, todos eles concordando que o presidente Trump deve retificar.

A Declaração busca um diálogo não partidarista que vai além “da política e a economia” para dar resposta ao dever moral com “a criação de Deus e nosso futuro comum”, nas palavras do diretor adjunto da iniciativa, José Aguto.

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