Veto ao “segunda sem carne” em São Paulo

Revista ihu on-line

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Mais Lidos

  • Igreja Universal cria seu exército particular com "recrutamento" de PMs

    LER MAIS
  • A semana em que 47 povos indígenas brasileiros se uniram por um manifesto anti-genocídio

    LER MAIS
  • “Do fundo do nosso coração” é um “de profundis”. Ou seja, o Concílio Vaticano II não é opcional

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

05 Janeiro 2018

O governador de Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou nesta terça-feira que vai vetar o "segunda sem carne", projeto aprovado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo que instituía a dieta vegetariana às segundas-feiras na maioria dos órgãos públicos, com exceção de hospitais. “Embora bem intencionado, o projeto é equivocado, pois cerceia o direito das pessoas e desconsidera a capacidade de tomar decisões sobre sua própria alimentação”, afirmou o tucano ao Canal Rural.

A reportagem é publicada por El País, 02-01-2018.

A ideia acatada pela Assembleia se baseia no Segunda sem Carne, um movimento que existe em mais de 35 países e pede a redução de consumo de carne "pelas pessoas, pelos animais, pelo planeta". Em São Paulo, o autor do projeto foi o deputado Feliciano Filho (PEN), que a protocolou em fevereiro de 2016. A proposta agora vetada ainda previa uma multa pelo descumprimento da lei no valor de 300 unidades fiscais do Estado de São Paulo, o que corresponde hoje a 7.500 reais.

A reação à aprovação pela Assembleia foi imediata na semana passada. Várias entidades que representam pecuaristas se manifestaram contra a medida cobrando o veto de Alckmin, um movimento esperado dada a importância econômica do setor no Estado e no país, ainda mais em pleno ano eleitoral. Para as entidades, a medida era autoritária e limitava o direito de escolha dos cidadãos.

Já os ativistas vegetarianos argumentam que a restrição seria benéfica. Quatro fatores ambientais estão em jogo na produção da carne: a superfície ocupada pelas pastagens; a água consumida, tanto por parte dos animais como no processo de produção; os gases de efeito estufa provocados pela flatulência do gado. No caso brasileiro, um estudo também liga frigoríficos e suas áreas de compra na Amazônia à maior parte do desmatamento recente na zona.

Leia mais

 

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Veto ao “segunda sem carne” em São Paulo - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV