Apelo pelo acolhimento dos rohingyas. O direito de salvar suas vidas

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04 Setembro 2017

"Os refugiados deveriam poder entrar em Bangladesh por razões humanitárias. Eles têm o direito de salvar as suas vidas", com estas palavras Theophil Nokrek, secretário da Comissão Episcopal Justiça e Paz, responde ao que está acontecendo com a minoria rohingya, forçada a migrações contínuas entre Mianmar e Bangladesh. Para Nokrek, é preciso que as autoridades sejam "flexíveis com os refugiados rohingya, a fim de salvar suas vidas".

A informação é publicada por L'Osservatore Romano, 01-09-2017. A tradução é de Luisa Rabolini.

Todos os dias são centenas de Rohingya que tentam entrar em Bangladesh, nas localidades meridionais de Cox’s Baazar e Bandarban, para fugir do conflito com o exército de Mianmar. Mais de uma centena de membros da minoria muçulmana de origem bengali foi morta recentemente. Apesar da vigilância da guarda de fronteira (BGB) os refugiados tentam atravessar a fronteira à noite, na esperança de não serem vistos.

Mostak Ahmad, 70 anos, é um rohingya que agora está em uma "terra de ninguém" em Bandarban. "O meu único filho foi capturado pelo exército de Mianmar. Tenho certeza de que não voltará vivo. Fugimos para salvar as nossas vidas. Pedimos refúgio em Bangladesh". Rohina Akter, também da etnia rohingya, relata: "Meu marido é inocente, mas os soldados o capturaram. Ele foi torturado diante dos meus olhos, eu fugi para me salvar e salvar as vidas dos meus filhos”.

Como eles, outros rohingyas fugiram de Mianmar em busca de segurança e abrigo em Bangladesh. No entanto, muitos deles são capturados pela polícia de fronteira, que lhes fornece alimento e cuidados médicos, mas, depois os manda de volta. Nenhuma organização humanitária no momento está trabalhando em prol dos refugiados rohingya na fronteira.

Em Bangladesh, muitos muçulmanos gostariam de acolher os refugiados. O imã de uma mesquita em Dhaka, Md Motin Miha, afirma: "Os rohingyas são nossos irmãos e irmãs. São muçulmanos. Não deveríamos virar-lhes as costas, deveríamos salvá-los".

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