Desmatamento na floresta amazônica maranhense é de 75%, denunciam pesquisadores

Revista ihu on-line

A fagocitose do capital e as possibilidades de uma economia que faz viver e não mata

Edição: 537

Leia mais

Juventudes. Protagonismos, transformações e futuro

Edição: 536

Leia mais

No Brasil das reformas, retrocessos no mundo do trabalho

Edição: 535

Leia mais

Mais Lidos

  • “O problema da esquerda é que está fechada em sua sociologia e nas grandes cidades”. Entrevista com Christophe Guilluy

    LER MAIS
  • Estudo sobre orçamento escancara obsessão de Bolsonaro por cortes em áreas sociais

    LER MAIS
  • “O Papa tem um espírito radical”. Conversa com Michel Löwy

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

08 Agosto 2017

A Rede para a Conservação da Amazônia Maranhense, rede multi-institucional de pesquisadores, criada em 2015, lança nota alertando para urgência em proteger as florestas da região e promover a restauração florestal entre outras medidas

A reportagem é publicada por Instituto Socioambiental (ISA), 04-08-2017. 

O comunicado divulgado hoje (4/8) pela Rede para a Conservação da Amazônia Maranhense, se baseia em artigo recente publicado na revista científica internacional Land Use Policy, no qual os pesquisadores que trabalham na região declaram que, para garantir a sustentabilidade econômica e o desenvolvimento social no longo prazo no estado mais pobre do Brasil, o governo do Maranhão deve urgentemente criar mecanismos para proteger suas florestas, promover agricultura sem-fogo e estabelecer uma política de restauração florestal.

De acordo com o comunicado, “atualmente, 75% da floresta amazônica no Maranhão já foi desmatada e o desmatamento ilegal persiste em um processo violento que provoca danos sociais, econômicos e ambientais visíveis”. Veja o mapa abaixo.

Os pesquisadores denunciam também que a região amazônica do Maranhão “registra violações severas dos direitos humanos associadas ao desmatamento, como casos recorrentes de pessoas em regime de trabalho análogo à escravidão, conflitos pela terra e assassinatos de camponeses e indígenas. Simultaneamente, o Maranhão registra níveis recordes de queimadas, enfrenta escassez de água e luta contra os piores indicadores sociais e econômicos do país”. Lembram ainda os compromissos assumidos pelo Brasil durante a COP do Clima de Paris, em 2015, que estabelece metas de combate ao desmatamento e de restauração florestal e registram que políticos maranhenses, em movimento contrário, têm buscado mecanismos legais para diminuir ainda mais a cobertura florestal da região.

O artigo publicado pela Rede na revista Land Use Policy teve como objetivo chamar a atenção para as ameaças que pairam sobre essa região da Amazônia e dar recomendações científicas aos formuladores de políticas, a fim de evitar mais retrocessos. Leia na íntegra o comunicado para a imprensa.

Leia mais

 

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Desmatamento na floresta amazônica maranhense é de 75%, denunciam pesquisadores - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV