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06 Março 2017

O Conselho das Igrejas do Sudão do Sul (SSCC) está pedindo à comunidade internacional para prestar assistência imediata e em larga escala humanitária, pedindo às partes envolvidas que parem a guerra que assola o país.

A informação é publicada por World Council of Churches, 02-03-2017. A tradução é de Luísa Flores Somavilla.

"Nosso país está passando por uma crise humanitária e a fome foi oficialmente declarada", disse um comunicado divulgado pelo SSCC, um organismo ecumênico que abrange todas as tradições do país de maioria cristã, cuja população é de cerca de 13 milhões de pessoas.

O comunicado foi assinado pelo líder do SSCC, Rev. Peter Gai Lual Marrow, moderador da Igreja Presbiteriana do Sudão do Sul, e pelo Padre James Oyet Latansio, secretário-geral do conselho, um católico romano.

"É um apelo por orações, apoio, liderança forte e responsável e assistência humanitária eficaz. Necessitamos dos elementos que nos tornaram nação para salvar o país neste momento", disse Latansio ao Conselho Mundial de Igrejas, em 2 de março.
"Milhões de pessoas foram afetadas, várias delas estão deslocadas das suas casas e muitas estão fugindo para os países vizinhos, onde estão enfrentando dificuldades terríveis em campos de refugiados", declarou o SSCC.

Depois de tornar-se independente do Sudão em 2011, o Sudão do Sul era uma terra de esperança, mas desde 2014 a guerra interna ameaçou a unidade da mais nova nação do mundo.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse, em 24 de fevereiro, que o "conflito armado... obrigou milhões de pessoas a fugirem de suas casas, deixando para trás tudo o que têm", depois de o Programa Alimentar Mundial anunciar, dias antes, que segundo as agências da ONU quase 5 milhões de pessoas precisam com urgência de comida, cultivo e assistência nutricional.

O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários estima que cerca de 2 milhões de pessoas estejam deslocadas dentro do Sudão do Sul.

O SSCC declarou: "Pedimos que a comunidade internacional e os amigos do povo do Sudão do Sul forneçam assistência imediata e em larga escala".

"Mas também pedimos que as partes do conflito cessem a guerra, parem de assediar o nosso povo, parem com os saques de alimentos e abram espaços humanitários credíveis para permitir que ambas as pessoas e os produtos básicos atinjam as áreas mais carentes...Nosso povo está lutando simplesmente para sobreviver."

Os líderes da Igreja reiteraram as observações das Nações Unidas e de outros observadores: "embora as chuvas tenham sido fracas em muitas partes do país, não há dúvidas de que esta fome é provocada pelo homem, devido à insegurança, ao conflito civil e à má gestão econômica".

Eles citaram as palavras de Justin Welby: "estamos em oração ao lado do povo do Sudão do Sul e de seus líderes", e observaram que o Papa Francisco disse que é hora de fornecer "auxílio alimentar concreto" para o Sudão do Sul.

Conselho de Igrejas do Sudão do Sul

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