Estudo indica que se está criando uma situação explosiva na fronteira do México com os Estados Unidos

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12 Fevereiro 2017

O Instituto Mexicano de Doutrina Social da Igreja – IMDOSOC – é um centro de pesquisa sério e com um passado de bons resultados. Foi criado em 1982 e em 35 anos produziu instrumentos de conhecimento de primeira categoria sobre a sociedade mexicana. Impressiona, portanto, que seu último estudo coloque de manifesto um crescente fluxo de migrantes provenientes do Haiti e da África nas zonas fronteiriças. Uma população de migrantes que acampa ao longo de toda a fronteira com os Estados Unidos, concentrando-se, sobretudo, nas cidades de Tijuana e Mexicali.

A reportagem é publicada por Tierras de América, 10-02-2017. A tradução é de André Langer.

Impressiona ainda mais o fato de que a migração – segundo a análise do IMDOSOC – “mostra os novos perfis das pessoas que emigram, novas rotas migratórias ou uma diversificação das mesmas e novos fluxos migratórios”.

O citado estudo intitula-se “Fronteira fechada” e assinala ao governo mexicano que as políticas migratórias do presidente Trump complicam ainda mais a situação desta parte do muro, onde estão acampados 7.000 emigrantes do Haiti e outras 7.366 pessoas provenientes da África somente na cidade de Tijuana, quase o triplo do fluxo de pessoas destas nacionalidades registrado em 2015.

Atualmente – explica o documento do IMDOSOC –, “existem 34 abrigos funcionando tão somente em Tijuana... e não há nenhuma demonstração de apoio do estado mexicano”. É a população, através dos salesianos, das escalabrianianas ou dos escalabrianianos, ou das Igrejas Evangélicas de todo tipo, que tomaram a iniciativa de angariar recursos e atender a tantos haitianos, faz notar “Fronteira fechada”.

Dados posteriores proporcionados pela pesquisa mostram que entre os migrantes que querem passar para os Estados Unidos acampados em Tijuana e Mexicali, predominam os homens e os adultos (71% em Tijuana e 84% em Mexicali). As crianças representam 8% da população migrante.

O relatório não esconde que a situação pode adquirir “formas explosivas”. O muro já construído é uma espécie de dique de contenção. O que irá acontecer quando a pressão atingir níveis alarmantes?

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