Em editorial, ‘Guardian’ diz que queda de Dilma foi marcada por injustiça

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01 Setembro 2016


(Imagem: reprodução)

Jogar sobre a presidente cassada, Dilma Rousseff, toda a responsabilidade pelos problemas do Brasil e achar que a saída dela resolve esses problemas é uma interpretação simplista e dissimulada, diz um editorial publicado pelo jornal britânico ''The Guardian'' no dia da votação do impeachment no Senado brasileiro.

O jornal foi o primeiro grande veículo internacional a se posicionar institucionalmente em editorial depois da aprovação do impeachment.

A informação é de Daniel Buarque, publicada no blog Brasilianismo, 01-09-2016.

Segundo o texto de opinião da publicação, mesmo que sem entrar no mérito da acusação de que o impeachment é um golpe, ''é difícil ignorar o grau de injustiça dessa queda brutal: Dilma nunca foi pessoalmente acusada de se beneficiar da corrupção (ela foi julgada por maquiar o orçamento do Estado), ao contrário de dezenas de políticos brasileiros – muitos dos quais votaram pela sua saída'', diz.

O ''Guardian'' compara a história de Dilma no governo e sua queda à história do próprio Brasil. ''O maior país da América do Sul, antes aplaudido por sua crescente influência e sua luta contra a pobreza, agora lida com tensões políticas que levaram ao fim dos 13 anos de governo do PT.''

Seguindo a linha crítica comum à imprensa internacional e a analistas estrangeiros, o ''Guardian'' criticou o sistema político brasileiro como um todo.

''O Brasil é agora uma nação altamente polarizada, e seus cidadãos estão profundamente divididos, mas eles querem uma classe política que restaure a confiança pública necessária para lidar com os principais desafios do país. Se o novo presidente, Michel Temer – que liderou os ataques contra Dilma – pode satisfazer essas expectativas é a próxima grande questão.''

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