Desgaste entre Temer e Dilma supera o de Café Filho e Vargas

Revista ihu on-line

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Mais Lidos

  • Uma análise de fundo a partir do golpe de Estado na Bolívia

    LER MAIS
  • Gregório Lutz e a reforma litúrgica no Brasil. Artigo de Andrea Grillo

    LER MAIS
  • Lula desequilibra o jogo. Craque é craque

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

13 Abril 2016

O desgaste entre a presidente Dilma Rousseff e seu vice, Michel Temer, atingiu um nível nunca visto na história recente do país, segundo especialistas. O caso mais próximo seria o do ex-presidente Getúlio Vargas e seu vice, Café Filho, acusado de articular um golpe contra o governo. Café Filho chegou a ser taxado por historiadores como “coadjuvante” da conspiração que culminou com o suicídio de Vargas.

Uma diferença entre o que ocorreu com Vargas e os dias de hoje é o fato de que, até o Golpe de 1964, as eleições para presidente e vice-presidente eram separadas. A eleição por chapas foi uma novidade da democracia pós-regime militar.

— Temer foi eleito com votos petistas. Isso dá um sabor adicional à traição (alegada por Dilma) — diz o cientista político Fabio Wanderley Reis, professor emérito da UFMG.

Até no regime militar houve faíscas entre presidentes e vices. Aureliano Chaves, o último vice-presidente da ditadura, criticava a gestão do então presidente João Figueiredo, alegando que o povo não era ouvido e que isso teria provocado crise de credibilidade. Na verdade, mirava a eleição indireta para a Presidência da República em 1985, mas acabou perdendo as primárias para o colega de partido Paulo Maluf (PDS, ex-Arena, o partido oficial do regime militar).

— Os desgastes são comuns. O que não é usual são hostilidades públicas como vemos hoje — disse Eurico Figueiredo, da UFF.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Desgaste entre Temer e Dilma supera o de Café Filho e Vargas - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV