Bradesco abre temporada de balanço de bancos com lucro de R$ 4,12 bi no 3º tri

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30 Outubro 2015

O Bradesco abriu hoje a temporada de resultados dos grandes bancos ao anunciar lucro líquido contábil de R$ 4,120 bilhões no terceiro trimestre deste ano, cifra 6,3% maior que a registrada em idêntico período do ano passado, de R$ 3,875 bilhões. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, quando o resultado foi de R$ 4,473 bilhões, porém, houve retração de 7,9%.

A reportagem é de Aline Bronzati, publicada no jornal O Estado de S. Paulo, 30-10-2015.

A carteira de crédito expandida do Bradesco, que considera avais e fianças, fechou setembro em R$ 474 bilhões, elevação de 2,4% na comparação com junho. No comparativo anual, quando os empréstimos totalizaram R$ 444 bilhões, a expansão ficou em 6,8%.

O crescimento do crédito durante os meses de julho e setembro foi impulsionado pela pessoa jurídica que atingiu R$ 329,2 bilhões no terceiro trimestre, com avanço de 2,9% ante o trimestre anterior e aumento de 7,5% em um ano. A pessoa física totalizou saldo de R$ 145,2 bilhões, leve aumento de 1,2% antes os três meses anteriores. Na comparação anual, cresceu 5,2%.
 
O crescimento do crédito foi impulsionado pela pessoa jurídica

O Bradesco encerrou setembro com R$ 1,051 trilhão de ativos, montante 6,4% superior ao visto em 12 meses. O patrimônio líquido do banco alcançou R$ 86,233 bilhões no terceiro trimestre, elevação de 8,8% em 12 meses.

Lucro ajustado

O Bradesco também informou lucro líquido ajustado de R$ 4,5 bilhões de julho a setembro, expansão de 14,8% em 12 meses, quando ficou em R$ 3,9 bilhões. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, foi identificado incremento de 0,6%.

A diferença entre o resultado líquido contábil e o ajustado no terceiro trimestre se deve à contabilização de despesa por crédito tributário de R$ 2,3 bilhões e ainda R$ 2,2 bilhões em provisões para devedores duvidosos (PDDs) fora passivos contingentes e outros.

As despesas com provisões para devedores duvidosos totalizaram R$ 3,852 bilhões no terceiro trimestre, aumento de 8,5% ante o trimestre anterior. Em um ano, o crescimento chegou a 15,1%. O aumento no comparativo trimestral, segundo o banco, ocorreu, em boa parte, por conta da inadimplência no período, decorrente, principalmente, da desaceleração da atividade econômica e pelo efeito da variação do dólar sobre as despesas de PDD, oriundas das operações no exterior. "As operações de crédito - conceito Bacen evoluíram 3,1% no trimestre", destaca o Bradesco, em relatório.

No lucro líquido do banco, o efeito foi de R$ 2,2 bilhões compensado por uma despesa de R$ 2,3 bilhões com crédito tributário por conta do aumento da contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL).

Em setembro passou a vigorar nova alíquota da CSLL que passou de 15% para 20%. Além de gerar despesa para as instituições, também proporcionará no terceiro trimestre receita não recorrente do período em que ficará vigente, até 2018. No caso do Bradesco, esse ganho foi usado para reforçar as provisões como era previsto por analistas.

Inadimplência

O índice de inadimplência do Bradesco, que considera os atrasos acima de 90 dias, subiu mais 0,1 ponto porcentual no terceiro trimestre deste ano, passando de 3,7% ao final de junho para 3,8% ao término de setembro. Em 12 meses, os calotes aumentaram 0,2 p.p.

Em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, o Bradesco explica que o leve aumento no comparativo anual e trimestral dos calotes ocorreu, principalmente, em função do processo de desaceleração da atividade econômica, com impacto no ritmo de crescimento da carteira de crédito. O banco destaca, contudo, no mesmo documento, a redução do índice de inadimplência do segmento de grandes empresas que passou de 1,0% em junho para 0,8% em setembro.

A maior elevação veio das micro, pequenas e médias empresas, cuja inadimplência, considerando os atrasos acima de 90 dias, passou de 4,9% em junho para 5,3% em setembro. Também houve contribuição da pessoa física, na qual os calotes aumentaram de 5,0% para 5,2%

A inadimplência de curto prazo do Bradesco, que compreende atrasos de 15 a 90 dias, porém, teve melhora de 0,1 p.p. em setembro ante junho, para 4,1%. A melhora, nesta caso, também foi influenciada pelas pessoas jurídicas, cujo indicador foi a 2,8% em setembro ante 3,0% em junho. Na pessoa física, o calote de curto prazo subiu de 5,9% para 6,2% no terceiro trimestre.

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