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13 Janeiro 2021

Pandemia na favela. 86% relatam depressão

“A falta de políticas públicas para o combate [da pandemia] como a demora na definição do auxílio emergencial, além da falta de testagem nos casos suspeitos e a de informações sobre os casos de mortes e contaminados deixou a periferia em uma espécie de apagão de informações”, Reginaldo José Gonçalves, 44, coordenador de projetos da Unas (União de Núcleos e Associações dos Moradores de Heliópolis e Região), comentando pesquisa, que contou com o apoio de pesquisadores da área da saúde pública da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), mostrando que 86% dos entrevistados relataram depressão e 90% disseram que não estavam desfrutando das atividades normais. Morte foi uma das palavras mais citadas pelos moradores da favela – Portal Uol, 12-01-2021.

Homens são os que mais se matam

“Ser gay, ser negro, são questões muitas vezes centrais no sofrimento psíquico. Mulheres tentam mais suicídio que os homens mas homens são os que mais se matam. Homens ficam em silêncio muito tempo sem que ninguém perceba, o que leva não apenas às ideias suicidas, mas ao planejamento do suicídio” - Helen Barbosa dos Santos, doutora em psicologia social e institucional pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Portal Uol, 12-01-2021.

Soja e desmatamento da Amazônia

“Continuar a depender da soja brasileira seria o mesmo que apoiar o desmatamento da Amazônia. Somos coerentes com nossas ambições ecológicas, estamos lutando para produzir soja na Europa" – Emmanuel Macron, presidente da França – Porta Uol, 12-01-2021.

Soja livre de desmatamento?

"Como bem sabe Macron, a soja produzida no bioma Amazônia no Brasil é livre de desmatamento desde 2008, graças a Moratória da Soja, iniciativa internacionalmente reconhecida, que monitora, identifica e bloqueia a aquisição de soja produzida em área desmatada no bioma, garantindo risco zero do envio de soja de área desmatada (legal ou ilegal) deste bioma para mercados internacionais" - Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), reagindo às declarações do presidente francês – Portal Uol, 12-01-2021.

Vacina eficaz e segura

“Interessa que a vacina é realmente eficaz para evitar casos graves e isto é importante. O ponto de aprovação é decidido a partir do que se obtém comparando o total de infectados no grupo que recebeu o placebo, com o grupo que recebeu a vacina. Após este resultado que foi apresentado nessa terça e bateu na trave - 50,3% de eficácia, pode-se entrar em outros meandros que demonstram que temos uma vacina eficaz e segura” – Gonzalo Vecina, fundador e ex-presidente da Anvisa, professor do mestrado profissional da EAESP/FGV e da FSP/USP – O Estado de S. Paulo, 13-01-2021.

Produção da vacina

“Deve-se realçar outro atributo fantástico dessa vacina - ela será produzida no Brasil e já temos quase 10 milhões de doses envasadas e ainda matéria-prima para produzir cerca de mais 50 milhões de doses. Após essa produção, já no segundo semestre, está previsto iniciar a fabricação da matéria-prima e da vacina na fábrica em reforma do Butantã. Aí será possível produzir cerca de 15 a 20 milhões de doses por mês para o Brasil e também para exportar para outros países” – Gonzalo Vecina, fundador e ex-presidente da Anvisa, professor do mestrado profissional da EAESP/FGV e da FSP/USP – O Estado de S. Paulo, 13-01-2021.

Vacinação do povo brasileiro

“A vacina do Butantã e a vacina da Fiocruz, juntas, oferecerão ao país 350 milhões de doses neste ano, volume suficiente para vacinar com duas doses 160 milhões de brasileiros - todos com mais de 18 anos que serão o alvo desta vacinação. Elas estão em fase final de análise na Anvisa. Se aprovadas, como esperamos, passaremos a vacinar a população brasileira” – Gonzalo Vecina, fundador e ex-presidente da Anvisa, professor do mestrado profissional da EAESP/FGV e da FSP/USP – O Estado de S. Paulo, 13-01-2021.

Autonomia das Polícias Militares? Extremamente grave!

“Analisadas em conjunto, as medidas propostas apontam numa mesma direção: a autonomização das polícias, relativamente às autoridades política, civil e republicana. A intenção é blindar as instituições policiais dos controles externos e torná-las ainda mais opacas do que já são. Esse movimento que visa ao insulamento corporativo é extremamente grave porque, se bem sucedido, consolidaria o enclave em que as polícias se encapsularam desde a promulgação da Constituição. Elas formaram um enclave institucional, refratário à Constituição e à cultura democrática. Desde 1988, elas nunca se submeteram aos poderes da República” – Luiz Eduardo Soares, antropólogo – O Estado de S. Paulo, 12-01-2021.

Milícias. Hipertrofia de uma patologia institucional

“A maioria dos policiais era de bolsonaristas avant la lèttre, antes de Bolsonaro. O presidente apenas deu corpo e inscreveu no campo político a cultura do enclave: as crenças e práticas herdadas da ditadura, refratárias ao Estado democrático de direito, insubmissas ao controle externo e à autoridade civil republicana. As milícias são apenas a hipertrofia mais ostensiva de uma patologia institucional patrocinada pela pusilanimidade que se generalizou” – Luiz Eduardo Soares, antropólogo – O Estado de S. Paulo, 12-01-2021.

Poder de destruir o planeta num apertar de botões

“O que nos leva a um assunto inibido quando se trata de discutir o lugar de uma superpotência num mundo globalizado. Refiro-me à capacidade de o presidente dos Estados Unidos poder emitir moeda, construir muros, afetar a economia mundial e – valha-nos, Deus! – de ter o poder pouquíssimo discutido, mas absurdo de, num apertar de botões, destruir o mundo! Nesse contexto, vale discutir se as regras de governabilidade que anularam, com justiça, o poder dos reis e dos papas, seriam ainda adequadas a presidentes e líderes de países dotados de artefatos nucleares. Lembro que, até a metade do século passado, imperadores, reis, ditadores e tiranos tinham poderes sem dúvida absolutos sobre seus povos, mas não tinham a capacidade de – como Deus ou algum maluco, a Oeste ou Leste, onipotente – destruir o planeta!” - Roberto DaMatta, antropólogo - O Estado de S. Paulo, 13-01-2021.

Como e onde será o tal “Dia D”

“Preocupados com a cada vez mais difícil retomada da economia, executivos querem saber quando, como e onde será o tal “Dia D” estipulado por Eduardo Pazuello para o tão aguardado início da vacinação contra a covid-19 no País. O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, organizou e marcou para hoje uma videoconferência do ministro da Saúde com o grupo Diálogo pelo Brasil (que reúne executivos e acionistas dos 50 maiores grupos empresariais no País). Também devem fazer parte do encontro Braga Netto (Casa Civil) e Fábio Faria (Comunicações)” – Coluna do Estadão O Estado de S. Paulo, 13-01-2021.

Time

“Luiz Carlos Trabuco Cappi (Bradesco), Jerome Cardier (Latam), Constantino Jr. (Gol), Lorival Nogueira Luz Júnior (BRF) e Roberto Simões (Braskem) são aguardados” – Coluna do Estadão – O Estado de S. Paulo, 13-01-2021.

Cadê?

“O empresariado considera a vacinação fundamental para que a economia volte ao trilho. É a primeira vez que o grupo se encontra com o ministro da Saúde para tratar do vírus” – Coluna do Estadão – O Estado de S. Paulo, 13-01-2021.

Nem aí

“Apesar do apelo de deputados para que a Câmara discuta, ainda em janeiro, o auxílio emergencial e o desastre (ainda) da vacinação no País, a cúpula da Casa não cogita, nem de longe, convocar sessões no período de recesso” – Coluna do Estadão – O Estado de S. Paulo, 13-01-2021.

Só o que interessa

“Ontem, a Mesa Diretora se reuniu para tratar da eleição” – Coluna do Estadão – O Estado de S. Paulo, 13-01-2021.

 

 

 

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