Julho das Pretas destaca o Bem Viver

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11 Julho 2020

No próximo dia 25, a agenda do Julho das Pretas fará uma “Ocupação Virtual” em redes sociais, nas 24h, com o propósito de comemorar, apresentar e debater as diversas expressões políticas do movimento negro de mulheres.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

Este ano, a tradicional marcha unificada dará lugar à Ocupação Virtual em função das restrições impostas pela pandemia do coronavírus. Idealizado em 2013 pelo OdaraInstituto da Mulher Negra, o Julho da Pretas celebra em 25 de julho o Dia Internacional da Mulher Negra Afro-Latino-Americana e Caribenha, e o Dia Nacional de Tereza de Benguela.

O Julho das Pretas, explica Valdeci Nascimento, do Odara, “é uma estratégia política e de incidência para chamar atenção para pautas das mulheres negras. Começou na Bahia, foi para o Brasil e agora estamos na América Latina”, e tem por propósito fortalecer as organizações envolvidas.

Na 8ª edição, o Julho das Pretas destaca o tema “Em Defesa das Vidas Negras, pelo Bem Viver”. O tema, afirma Lindinalva de Paula, da Rede de Mulheres Negras da Bahia, é muito acertado. “As mulheres negras dão régua e compasso na política, temos pautas que movimentam toda a estrutura da sociedade”.

A agenda de atividades agendadas para julho comprovam a extensão dessas pautas. As propostas englobam, entre outros, temas como o Empreendedorismo das mulheres negras, Memórias afroecológicas e conquistas de territórios, Cosmologia africana, Mercado de trabalho, Amor e saúde mental das mulheres negras na pandemia, O sucesso das domésticas no encaminhamento de seus filhos e filhas, Mulheres evangélicas e a violência doméstica durante o isolamento socialAfrobetização, Literatura de mulheres negras e periferia, A importância das mulheres negras na comunicação, Religiosidades negras, Afrofuturismo: mulheres negras na ciência, na arte e na tecnologia, Ancestralidade e resistência. A agenda completa, com atividades previstas para todo o mês de julho, está disponível aqui.

O Bem Viver”, diz matéria publicada no portal da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), aposta na utopia “de desmonte desta sociedade para a construção de uma nova, em que os seres humanos vivam em igualdade, e que se acabem as violências estruturais decorrentes dos processos de colonização”, num momento de crise do capitalismo mundial. “Povos oprimidos do mundo proclamam que é preciso construir outro modelo civilizatório, que quebre com os parâmetros eurocêntricos”.

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