Um grito de penitência pelos pecados contra a Criação

Revista ihu on-line

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Mais Lidos

  • “A mulher precisa, e as religiosas sobretudo, sair daquele papel de que ela é inferior”. Entrevista com a Ir. Maria Freire

    LER MAIS
  • “A eleição de uma mulher negra parecia um muro intransponível”. Primeira mulher negra eleita vereadora em Curitiba fala sobre o racismo na cidade

    LER MAIS
  • Apreensão, sensibilidade e propósito: a policrise e o mundo porvir

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


18 Junho 2020

O Jubileu pela Terra: Novos Ritmos, Nova Esperança”, que será celebrado ecumenicamente em setembro e início de outubro, “é um convite à conversão ecológica”, disse, em seminário online realizado na segunda-feira, 8 de junho, o representante do Dicastério do Vaticano para o Desenvolvimento Humano Integral, padre Joshtrom Kureethadam. “A celebração do Jubileu deve começar com o reconhecimento de nossos pecados contra a terra, o mar, o ar... e toda a criação”, assinalou.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

O representante da Federação Protestante da França, Martin Kopp, enfatizou, segundo o serviço de imprensa do CMI, a responsabilidade primária das nações e pessoas ricas de promoverem as mudanças necessárias nos estilos de vida e consumo. Ele defendeu mudanças radicais nos sistemas econômicos predominantes e frisou a necessidade crítica de embarcar numa “economia de crescimento decrescente”.

Igrejas das Filipinas estão praticando “a agricultura que dá vida em seus quintais, cultivando uma profunda espiritualidade e alimentando as comunidades”, relatou o militante da Micah Global naquele país, Rei Lemuel Crizaldo. “O contexto do covid-19 nos inspirou a desacelerar e refletir sobre como essa nova vida deve estar conectada ao resto da criação”, afirmou.

“Viver justamente juntos como parte de uma comunidade planetária requer uma reação de contracultura. Precisamos refletir sobre questões vitais como ‘para que serve a vida?’ ‘o que é uma boa vida?’” – sugeriu Ruth Padilla de Borst, da Costa Rica, atuante na Casa Adobe, uma comunidade alternativa que busca o melhor convívio com a natureza. “Temos que abandonar o status quo e resistir ao espírito de consumismo”, que abalou o equilíbrio da rede da vida, defendeu.

A conferência virtual foi organizada pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI), Rede Ambiental da Comunhão Anglicana, Christian Aid, Rede Ambiental Cristã Europeia, Movimento Global pelo Clima Católico, Rede de Assistência à Criação de Lausanne, Federação Luterana Mundial, Comunhão Mundial de Igrejas Reformadas e Aliança Evangélica Mundial.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Um grito de penitência pelos pecados contra a Criação - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV