Vaticano: escândalo dos imóveis, apreendidos documentos e o computador de Monsenhor Perlasca

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19 Fevereiro 2020

Amplia-se a investigação que em outubro passado viu 5 funcionários da Santa Sé investigados e suspensos. Investigado também Monsenhor Perlasca, desde 2019 Promotor de Justiça substituto no Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica.

A reportagem é de Paolo Rodari, publicada por La Repubblica, 18-02-2020. A tradução é de Luisa Rabolini.

Ele foi durante algum tempo responsável pelos investimentos da Secretaria de Estado do Vaticano. E é por causa desse cargo que nesta manhã, durante uma busca ordenada pelo Promotor de Justiça, Gian Piero Milano e pelo Adjunto Alessandro Diddi, foi realizada como parte da investigação sobre os imóveis de Londres, a apreensão de seus documentos e computador em seu gabinete e em sua residência. Trata-se de monsenhor Alberto Perlasca, desde julho passado promotor de justiça adjunto do Supremo tribunal da Assinatura Apostólica.

A medida "deve ser vinculada - como explicado pela assessoria de imprensa do Vaticano -, no respeito do princípio da presunção de inocência, pelo que emergiu dos primeiros interrogatórios dos funcionários investigados e na época suspensos do serviço".

Tudo isso enquanto o Gabinete do Promotor e o Corpo da Gendarmaria continuam com as investigações de caráter administrativo-contábeis e com as atividades de cooperação com as autoridades investigadoras estrangeiras.

Mas de acordo com o que informa sempre o Vaticano, a conclusão da investigação não chegará antes de junho. Enquanto isso, os cinco funcionários anteriormente suspensos ainda permanecem em casa sem a possibilidade, por enquanto, de serem reintegrados em seus empregos.

Abrindo o ano judiciário no Vaticano, no sábado, 15 de fevereiro, o Papa Francisco mencionou a investigação falando de "situações financeiras suspeitas que, além da eventual natureza ilícita, são difíceis de conciliar com a natureza e as finalidades da Igreja, e que têm gerado desorientação e ansiedade na comunidade dos fiéis".

"Um dado positivo – havia acrescentado o Pontífice - é que, precisamente neste caso, as primeiras sinalizações partiram das autoridades internas do Vaticano, ativas, embora com competências diferentes, nos setores da economia e finanças. Isso demonstra a eficácia e eficiência das ações de contraposição, conforme exigido pelos padrões internacionais".

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