2° Domingo do Tempo Comum - Ano A - Jesus, o Servo sobre o qual o Espírito permanece

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Por: MpvM | 17 Janeiro 2020

A Reflexão é de Michele da Silva, icm, religiosa da Congregação das Irmãs do Imaculado coração de Maria, ICM. Ela é bacharelada em teologia pela Escola Superior de Teologia e Espiritualidade Franciscana - ESTEF, Porto Alegre. Mora em Porto Alegre, onde é apoiadora do Centro de Referência Mulheres Mirabal, que acolhe mulheres em situação de violência doméstica. Colabora em equipes de animação das Comunidades Eclesiais de Base - CEBs, é Assessora Estadual da Pastoral da Juventude e integra o Coletivo Igreja em saída, que articula as Pastorais Sociais do RS.

Referências bíblicas:

1ª Leitura: Is 49, 3.5-6
Salmo: 39,2. 4ab.7-8ª.8b-9.10 (R.8ª.9ª)
2ª Leitura: 1Cor 1,1-3
Evangelho: Jo 1, 29-34

 

No domingo passado nós celebramos o Batismo de Jesus e, dando continuidade a esta festa, somos convidadas a refletir, neste 2° Domingo do Tempo Comum, sobre a vocação e missão de toda pessoa batizada!

Na primeira leitura  (Is 49, 3.5-6) encontramos a Vocação do Servo do Senhor – que desde o ventre materno foi escolhido para restabelecer e reunificar o povo de Israel – para ser luz às nações. Revisitando o Exílio da Babilônia, encontramos uma fala de esperança ao povo, de retornar à terra prometida. Isso dá um novo vigor, um novo entusiasmo, a ponto de se poder expressar: Meu Deus será a minha força!

Na segunda leitura (1Cor 1,1-3), Paulo saúda e convoca a Comunidade de Corinto a viver a santidade. Paulo é chamado apóstolo, enviado por Jesus para realizar a vontade de Deus.

Todas e todos os cristãos batizados são chamados a realizar a sua vocação cristã e a serem santos. Pelo batismo nos comprometemos com a construção do Reino de Deus. Em anunciar a sua Palavra, assim como transmitir Jesus Ressuscitado. O batismo é comprometimento de vida e isso nos leva à santidade.

No Salmo 39,2. 4ab.7-8ª.8b-9.10 o salmista nos exorta: “Eis que venho, Senhor, com prazer faço a vossa vontade!”

No Evangelho (39,2. 4ab.7-8ª.8b-9.10), João apresenta Jesus como o servo que se doa como cordeiro de expiação. “Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”, João batizava com água, era um batismo de conversão, Jesus batiza com a ação do Espírito Santo, esse batismo é um batismo de engajamento, de pertença à comunidade de comprometimento. Isso deve levar a uma postura, a uma nova postura diante da realidade. Um cristão batizado deve lutar contra toda forma de injustiça, contra a violência, contra toda forma de opressão, não pode ser indiferente às realidades de sofrimento do povo.

Diante desta palavra que nos leva a um comprometimento, a partir da nossa opção de cristãos e cristãs batizadas, pedimos a Deus que é Mãe e Pai que possa nos conceder a Divina Ruah como inspiração da nossa vida, pelo nosso comprometimento pelas causas do Reino de Deus e a vivenciarmos com toda a nossa vida a nossa vocação cristã, com mais profetismo, engajamento e compreendendo que além de uma ação pastoral o batismo nos compromete com toda a realidade social, que vai muito além da nossa vivência na comunidade. Se quisermos nos dizer cristãs batizadas temos que nos comprometer com toda a vida.

 

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