Onde todos viam pecadores e malfeitores, Jesus soube ver apóstolos

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25 Novembro 2019

Como se anuncia o Evangelho? A partir do olhar positivo que o Nazareno tinha sobre aqueles que encontrava. Assim Francisco falou de missão e inculturação em seu terceiro dia na Tailândia.

A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada por Vatican News, 22-11-2019. A tradução é de Luisa Rabolini.

“Onde muitos viam apenas um pecador, um blasfemo, um coletor de impostos, um malfeitor e até um traidor, Jesus soube ver apóstolos. E é essa a beleza que seu olhar nos convida a anunciar, um olhar que transforma e faz emergir o melhor dos outros". Essas palavras, que se tornam carne no testemunho vivido por tantos cristãos em todo o mundo, são a chave de leitura da missão proposta por Francisco em seu terceiro e último dia na Tailândia. O papa a ofereceu falando aos sacerdotes, religiosos, religiosas, seminaristas e catequistas na paróquia de São Pedro de Wat Roman em Tha Kham, uma aldeia a algumas dezenas de quilômetros de Bangkok.

É o olhar, este de Jesus, que "quebra todos os determinismos, fatalismos e esquemas". Porque, como o Papa disse um pouco mais tarde aos bispos tailandeses reunidos no santuário do Beato Nicolau Boonkerd Kitbamrung, "a missão, antes que atividade a ser realizada ou projetos a serem implementados, requer um olhar e um 'faro' para educar; exige uma preocupação paterna e materna, porque a ovelha se perde quando o pastor a considera perdida, nunca antes”.

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Consequência desse olhar positivo é a inculturação, típica da missão cristã e capaz de valorizar tudo o que pode ser valorizado nas culturas e tradições de diferentes povos. "O Senhor - disse o papa aos religiosos - não nos chamou para enviar-nos ao mundo para impor obrigações às pessoas, ou encargos mais pesados ​​do que aqueles que já têm, e que são muitos, mas para compartilhar uma alegria, um horizonte melhor, novo e surpreendente”.

Portanto, não devemos "ter medo de inculturar o Evangelho cada vez mais. Precisamos procurar novas formas de transmitir a Palavra, capaz de sacudir e redespertar o desejo de conhecer o Senhor" deixando "que o Evangelho se dispa das roupagens boas, mas estrangeiras, para ressonar com a música que vos é própria nesta terra e fazer vibrar a alma de nossos irmãos com a mesma beleza que incendiou o nosso coração".

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