Queimar combustíveis fósseis, assim como fumar, mata

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04 Outubro 2019

A queima de combustíveis fósseis provoca emissões de dióxido de carbono que contribuem para o aquecimento global. Do ponto de vista da saúde pública, a poluição atmosférica que produz é também a causa de sete milhões de mortes por ano, segundo números da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A reportagem é publicada por La Marea, 03-10-2019. A tradução é do Cepat.

O relatório Burning Problems, Inspiring Solutions: Sharing lessons on Action Against Tobacco and Fossil Fuels (Queimar os problemas, inspirar soluções: compartilhando lições de ações contra o tabaco e os combustíveis fósseis), elaborado pelo Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (IISD) e a Aliança de Doenças Não Transmissíveis (NCD Alliance), e publicado no último dia 18 de setembro, pede uma ação política para acabar com a queima de combustíveis fósseis.

A proposta desses organismos, que apresentaram suas análises alguns dias antes da realização da Reunião de Alto Nível da ONU sobre Cobertura Universal de Saúde, consiste em realizar ações semelhantes às que já estão ocorrendo contra o tabagismo em muitos países de todo o mundo. “Podemos chegar a um ponto em que, algum dia, os lemas de advertência como “queimar combustíveis fósseis mata” se tornarão tão comuns em postos de gasolina ou nas contas de energia elétrica como as advertências sanitárias encontradas em maços de cigarros em todo o mundo?”, pergunta-se Nina Renshaw, diretora de políticas e incidência da NCD Alliance e coautora do relatório.

Segundo este documento, um dos principais problemas que existem é a falta de informação pública sobre os efeitos perigosos para a saúde da poluição do ar pela queima de combustíveis fósseis. “Normalmente, não ocupa um lugar de destaque nas agendas de saúde pública”, explica Lourdes Sánchez, assessora de políticas do IISD, que também participou do relatório.

“O Acordo de Paris sobre mudanças climáticas nem sequer menciona os combustíveis fósseis. Concentra-se nas emissões de gases do efeito estufa, sem mencionar suas causas fundamentais. Há uma necessidade urgente de acelerar o ritmo. Talvez seja o momento de abordar a questão a partir de uma perspectiva mais de saúde pública, assim como fizemos na luta contra o tabagismo”, acrescenta Sánchez.

Desse modo, o relatório acima mencionado contém uma série de recomendações para que os governos implementem medidas nesse sentido o mais rápido possível. Em primeiro lugar, nomear e abordar os combustíveis fósseis como a principal causa do problema da poluição atmosférica, assim como se fez com o tabaco e algumas doenças. Nesta linha, propõe-se a sensibilização da população sobre os efeitos negativos que a queima de combustíveis fósseis provoca na saúde, para além do impacto sobre o clima.

O relatório também sugere a regulamentação e implementação de medidas governamentais para coibir a produção e o uso desses combustíveis por meio de vários mecanismos: preços de mercado adequados para a reforma de subsídios e a criação de regulamentos que proíbam a produção e o consumo de determinados produtos.

Uma terceira proposta é a definição de planos de transição adequados, equitativos e justos que reconheçam as necessidades daqueles grupos que dependem de petróleo, gás e carvão, seja como consumidores ou como trabalhadores.

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