Solenidade da Assunção de Nossa Senhora - Discípula ouvinte e servidora da Palavra de Deus

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Por: MpvM | 16 Agosto 2019

No dia 15 de agosto a Igreja celebra a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora. O dogma da Assunção de Maria foi proclamado pelo Papa Pio XII, em 1º de novembro de 1950, e sua festa é celebrada no dia 15 de agosto.

A liturgia deste final de semana reveste-se de uma grande esperança. Sobretudo, neste tempo turbulento em vivemos. É necessário olhar e contemplar este mundo com o olhar da esperança cristã. O cristão é o ser humano da esperança renovada. A realidade que nos cerca com os novos desafios da cultura urbana, nos faz discernir entre os sinais dos tempos, o Grande Sinal: a mulher que vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e na cabeça uma coroa. A coroa da justiça, da verdade, da paz e da esperança.

A reflexão é Maria Aparecida Barboza, religiosa da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, conselheira geral da Animação Missionária, é Mestra em Teologia Bíblica e Pós-Graduada em Pedagogia Catequética, professora de Sagrada Escritura nos cursos de Pós-Graduação em Pedagogia Catequética na PUC-Goiás e na Faculdade Católica de Santa Cantarina (Facasc) e membro do Grupo de Reflexão Bíblico-Catequética da CNBB (Grebicat) e da Comissão arquidiocesana de Iniciação à Vida Cristã da Arquidiocese de Porto Alegre. Também colabora nas assessorias sobre Animação Bíblica da Pastoral e Iniciação à Vida Cristã, em diversas Dioceses.

Referências bíblicas
1ª Leitura: Ap 12, 1-3.3-6.10
Salmo 44 (45)
2ª Leitura 1 Cor 15, 20-27
Evangelho: Lc 1, 39-56

Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre (Lc 1, 42)


Ajudando a entender a liturgia da Palavra

1ª Leitura: Ap 12, 1-3.3-6.10

Na primeira leitura da profecia do Apocalipse 12, a mulher, figura da Igreja-comunidade ao mesmo tempo que é glorificada é perseguida pelo dragão, símbolo do poder do mal que oprime, quer devorar o Filho. Do Filho, que é o próprio Cristo vem a vitória, garantia da vida. Os discípulos e as discípulas de Jesus, os que testemunham a verdade da fé, são perseguidos, mas não esmagados. A vida vence a morte. O Deus sempre presente intervém na história em favor de seu povo. Sobretudo, dos pobres e excluídos. Chegou para nós a Salvação, a força e a realeza do nosso Deus e o poder do seu Cristo (Ap 12, 10). Maria, Mãe de Cristo e nossa Mãe, está sempre conosco. Caminha ao nosso lado. Sustenta os cristãos no combate contra as forças do mal.

2ª Leitura: 1 Cor 15, 20-27

A segunda leitura nos fala da ressurreição. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Coríntios, alerta para a dimensão ser cristão. Ser cristão significa acreditar que Cristo ressuscitou dos mortos. Esta é a razão da nossa fé. A fé não é algo abstrato. Não é uma ideia e sim um evento: Jesus Cristo. Aqui reside o mistério da Assunção de Maria. O Filho por sua morte e ressurreição, atraiu para Si, a humanidade da Mãe. Maria que durante sua vida, aprendeu com Jesus a ser discípula, viveu a Paixão do Filho até as últimas consequências da morte na cruz, agora, com Ele entra na glória do Pai, no Paraíso celeste.

Evangelho: Lc 1, 39-56

O evangelista São Lucas narra o encontro das duas mães; Maria e Isabel. No encontro das mães, está o encontro dos dois filhos: Jesus, o Salvador e João Batista, o precursor. As duas mães estão a serviço de uma missão que envolve os dois filhos. Isabel saúda Maria dizendo: Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!

O motivo da pressa de Maria está ligado com o dinamismo da fé. Ela acreditou e como discípula fiel do Pai, primeirou-se na missão. Ela é a abençoada porque acreditou: o encontro com Deus é fruto de uma fé itinerante.

Para o evangelista Lucas, Maria é o modelo da comunidade que escuta, acolhe e sai para comunicar a Palavra que é Cristo, o Verbo feito carne. O encontro de Maria com Isabel nos prepara para a missão de sair ao encontro do próximo e comunicar a alegria do evangelho, o dinamismo da fé e da caridade.

O Papa Francisco nos diz que “o maior dom que Maria oferece a Isabel — e ao mundo inteiro — é Jesus, que já vive nela; e vive não só por fé e expetativa como em tantas mulheres do Antigo Testamento: da Virgem Jesus assumiu a carne humana para a sua missão de salvação.” (Papa Francisco, homilia na Solenidade da Assunção de Maria, 2017).

Recordamos hoje, no mês das vocações, a Vocação da Vida Religiosa Consagrada. As religiosas fazem a diferença no espaço que ocupam. Elas evangelizam com o coração. Acolhem as pessoas com ternura. Recordo uma outra fala do Papa Francisco: “as mulheres corajosas que existem na Igreja são como Nossa Senhora. Essas mulheres que levam avante a família, essas mulheres que levam avante a educação dos filhos, que enfrentam tantas adversidades, tanta dor, que curam os doentes.... Corajosas: levantam-se e servem, servem.” (Papa Francisco, Homilia na casa Santa Marta, 31 de maio de 2016).

Quem faz a experiência da fé tem pressa em comunicar aos demais. Como Maria, sejamos discípulas ouvintes e servidoras da Palavra de Deus nos diversos espaços da nossa missão.

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