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13 Junho 2019

Atualmente a educação passou a ser vista como ameaça, destaca Renato Janine Ribeiro

A reportagem é de Valéria Dias, publicada por Jornal da USP, 12-06-2019.

Na coluna desta semana, Renato Janine Ribeiro fala da carta em defesa da educação no Brasil assinada por ele e por outros cinco ex-ministros da Educação: José Goldemberg (1991-1992), Murílio Hingel (1992-1995), Cristovam Buarque (2003-2004), Fernando Haddad (2005-2012) e Aloizio Mercadante (2012-2014 e 2015-2016). No documento, divulgado no último dia 4 de junho, eles falam das profundas preocupações com os rumos que a educação está tomando no atual governo brasileiro.

De acordo com Renato Janine, nas últimas décadas, um dos setores nos quais o Brasil mais conseguiu avançar foi na concepção de que a educação é prioridade nacional e que ela deve ter uma importância muito grande. Essa concepção foi crescendo desde o governo Itamar Franco, passando pelos governos seguintes. Apesar das oposições entre esses governos, houve uma concordância de pontos, como a relevância da educação, em especial, da educação pública básica, desde a creche até os 18 anos.

Para o colunista, este avanço está sendo colocado em cheque deliberadamente pelo atual governo, que tem adotado medidas que são irrelevantes do ponto de vista educacional ou até nocivas. O homeschooling (educação domiciliar dos filhos pelos pais) é um exemplo de medida irrelevante.

“Enquanto o governo se preocupa com essas coisas, ele descuida da entrega de material escolar, descuida da implantação da base curricular, descuida do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), vai trocando de ministros e responsáveis por diferentes áreas do MEC (Ministério da Educação) sem muita atenção e isso causa uma preocupação em ex-ministros, muito diferentes entre si, mas que têm, em comum, o amor pela educação e a convicção de que ela é muito importante para o Brasil”, diz o colunista.

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