Amazônia tem recorde de desmatamento para o mês de maio, aponta Inpe

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07 Junho 2019

Devastação equivale a dois campos de futebol por minuto. Aumento é associado à expansão de projetos de infraestrutura, incluindo estradas e usinas hidrelétricas, segundo o Observatório do Clima.

A reportagem é de Viviane Sousa, publicada por G1, 05-06-2019.

O desmatamento na Floresta Amazônica do Brasil atingiu o recorde para o mês de maio. No último mês foram derrubados 739 km² de floresta, o que equivale a dois campos de futebol por minuto. No mesmo período do ano passado, a devastação foi de 550 km². O aumento é de 34%.

Os dados foram levantados pelo Observatório do Clima na base de informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ligado ao Ministério do Meio Ambiente.

O aumento do desmatamento é associado à expansão de projetos de infraestrutura, incluindo estradas e usinas hidrelétricas, segundo o Observatório do Clima. O estado que mais desmatou, de acordo com os dados do Inpe, foi o Pará.

 

Mudanças nas leis colocam floresta em risco

Um outro levantamento indica que o Brasil é o país que mais altera as leis que deveriam proteger a Amazônia, entre os nove que são cobertos pela floresta.

Entre os anos de 1961 e 2017, os nove países alteraram 115 leis – 61% delas foram mudadas no Brasil. Essas medidas afetaram 18 milhões de hectares da Amazônia – 11 milhões apenas em território brasileiro.

As informações estão no estudo "The uncertain future of protected lands and waters" ("O futuro incerto das terras e águas protegidas"), conduzido por pesquisadores liderados pela ONG Conservação Internacional.

A pesquisa completa analisou atos legislativos que diminuíram a área delimitada, ampliaram o uso do solo ou retiraram totalmente a proteção de áreas protegidas em 78 países ao longo de mais de um século. No contexto mundial, Brasil e Estados Unidos lideram as alterações na legislação ambiental.

No recorte da Amazônia feito pelo G1, a pesquisa traz a análise de medidas adotadas em países como Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela, além do Brasil. Os dados disponíveis se referem ao período de 1961 a 2017.

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