Ruy Belo na oração inter-religiosa desta semana

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31 Maio 2018

Neste espaço se entrelaçam poesia e mística. Por meio de orações de mestres espirituais de diferentes religiões, mergulhamos no Mistério que é a absoluta transcendência e a absoluta proximidade. Este serviço é uma iniciativa feita em parceria com o Prof. Dr. Faustino Teixeira, teólogo, professor e pesquisador do PPG em Ciências da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora.

A primeira palavra

Acompanhando a recente curvatura da terra
o primeiro olhar descreveu a sua órbita
sobre as oliveiras. Só mais tarde
a pomba roubaria o ramo
e iria de árvore em árvore propagar a primavera
Foi então que os olhos se cruzaram
e estava dita a primeira palavra
à superfície do tempo

Fonte: A obra poética de Ruy Belo. 5 ed. Lisboa: Presença, 1996, p. 49

Ruy Belo | Foto: Público.pt

Ruy Belo (1933-1978): Seu nome figura entre os maiores poetas e ensaístas portugueses da segunda metade do século XX. Os versos dos seus poemas são marcados pela emoção, onde o autor percebe a existência de Deus, tanto na autorreflexão dos textos quanto nas narrativas das paisagens rurais, simples e rústicas. Em determinados sonetos sua obra é comparada a de poetas como Fernando Pessoa. Além de ter sido doutor em Direito e de ter dirigido a revista Rumo, traduziu as obras de Antoine de Saint-Exupéry, Montesquieu, Jorge Luís Borges e Federico García Lorca.

No final de 2013 foi lançado o documentário Ruy Belo, Era uma vez (assista ao trailer a seguir) de Fernando Centeio e Nuno Costa Santos. O filme contou com a participação de Chico Buarque de Holanda na leitura de dois poemas; Ruy Belo nutria grande admiração por Chico Buarque. No mesmo ano, pela primeira vez, chegou ao Brasil a coletânea com toda a bibliografia do poeta. 

Entre suas publicações, destacamos: Aquele Grande Rio Eufrates (1961), O Problema da Habitação (1962), Poesia Nova (1961), Na Senda da Poesia (1969),  Boca Bilingue (1966), Homem de Palavra(s) (1969), A Margem da Alegria (1974), e Despeço-me da Terra da Alegria (1978). 

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