Encontro do papa com os bispos chilenos se torna uma espécie de ''retiro espiritual''

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16 Maio 2018

O brevíssimo comunicado vaticano que forneceu algumas informações nessa terça-feira, 15, sobre o primeiro encontro do Santo Padre com 34 bispos chilenos (31 no cargo e três eméritos) termina assim: “Esta tarde, o papa entregou a cada um dos bispos um texto com os temas de meditação; a partir desse momento e até a próxima reunião, abre-se um tempo dedicado exclusivamente para meditar e rezar”.

A reportagem é de Luis Badilla, publicada em Il Sismografo, 15-05-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Ao fazer isso, o Papa Francisco transforma esses encontros em uma espécie de retiro espiritual de marca inaciana: curar à luz do Espírito, atravessando todos os degraus do discernimento sustentados pela oração e pela meditação.

Por outro lado, a carta do papa aos bispos do Chile de 8 de abril passado concluía com esta reflexão:

“‘Permanecei em mim’ (Jo 15, 4): estas palavras do Senhor ressoam repetidamente nestes dias. Falam de relações pessoais, de comunhão, de fraternidade que atrai e convoca. Unidos a Cristo como os ramos à videira, convido-os a enxertar nas suas orações dos próximos dias uma magnanimidade que nos prepare para o mencionado encontro e que, depois, permita traduzir em fatos concretos aquilo sobre o que refletiremos. Talvez até seria oportuno pôr a Igreja do Chile em estado de oração. Agora, mais do que nunca, não podemos voltar a cair na tentação da verborragia ou de permanecer nos ‘universais’. Nestes dias, olhemos para Cristo. Olhemos para a sua vida e seus gestos, especialmente quando ele se mostra compassivo e misericordioso para com aqueles que erraram. Amemos a verdade, peçamos a sabedoria do coração e deixemo-nos converter”.

Obviamente, isso não muda nada da motivação última dos encontros e do convite do papa aos coirmãos bispos do Chile. Muda a frequência e a tonalidade espirituais. É como dizer: não estamos aqui reunidos para corrigir a rota e melhorar o desempenho de uma multinacional em risco.

Não. Estamos aqui para um ato de conversão, único e verdadeiro recurso para a cura. Não se trata apenas de um fato coletivo, mas sim de um fato sobretudo pessoal. Estamos aqui para nos reconciliar com Cristo e com o santo Povo de Deus.

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