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16 Abril 2018

Lula 2018

“A nova pesquisa do Datafolha sinaliza que a definição do primeiro turno da sucessão de 2018 passará pela cadeia. Os dados indicam que, se abandonar suas crendices e começar a falar sério, o PT ainda pode influir no jogo. Quase metade do eleitorado (46%) revela alguma propensão para votar num nome indicado por Lula – 30% afirmam que farão isso com certeza. Outros 16% declaram que talvez sigam o caminho apontado pelo pajé petista” – Josias de Souza, jornalista – portal Uol, 15-04-2018.

 

Relógio

Desde 1994, quando Copa e eleições passaram a ocorrer no mesmo ano, os candidatos sabem que, enquanto não for decidido o torneio de futebol, a campanha política é um pesadelo que atrapalha o sonho de erguer a taça. Mas a prisão de Lula obriga o PT adiantar o relógio” – Josias de Souza, jornalista – portal Uol, 15-04-2018.

 

Herança eleitoral

“Numa disputa com muitos candidatos, em que um cesto com menos de 20% dos votos pode levar para o segundo turno um pretendente ao trono, parece claro como água de bica que a herança eleitoral de Lula pode influir nos rumos da disputa. Resta saber se o petismo deseja jogar o jogo ou se vai continuar tentando cavar faltas” – Josias de Souza, jornalista – portal Uol, 15-04-2018.

 

Lula 2018 (2)

“A influência eleitoral de Lula pode continuar crescendo, seja pelo fortalecimento de sua narrativa de ''preso político'', seja pela (grande) possibilidade de nenhum outro candidato empolgar a massa de eleitores mais pobre que é fiel ao petista a ponto de convencê-la. Mas, principalmente, porque apesar da economia dar sinais de melhora, o emprego segue patinando – fazendo com que os mais pobres se lembrem da época de Lula como presidente. Ou pode cair à medida em que passarem os meses e um grande naco de seus eleitores, não o vendo mais no dia a dia para discutir as pautas nacionais, procure outros candidatos” – Leonardo Sakamoto, jornalista e cientista político – portal Uol, 15-04-2018.

 

Decisão dura

“Daí, o dilema do partido: vale a pena escolher outro candidato, como Fernnado Haddad e Jacques Wagner, ou apoiar um candidato de outro partido desde já, aproveitando a popularidade atual de Lula, ou esperar para fazer isso na última hora, contando que ela não cair até lá? Vai ser uma decisão dura” – Leonardo Sakamoto, jornalista e cientista político – portal Uol, 15-04-2018.

 

Ideia resiliente

“Por enquanto, o que é possível afirmar, apesar das previsões e os desejos de todos os lados, é que não é possível afirmar nada” – Leonardo Sakamoto, jornalista e cientista político – portal Uol, 15-04-2018.

 

Terra de ninguém

“Em nenhuma outra região do país a ausência de Lula na disputa presidencial produz tantos órfãos como no Nordeste. O Datafolha mostra que o índice de eleitores que declaram voto branco, nulo ou em nenhum candidato quando o petista não está entre as opções salta do patamar de 13% a 14% para mínima de 31% e máxima de 34%, a depender do cenário. Como o ex-presidente é o nome de até 51% dos nordestinos, seu impedimento faz do território a fatia valiosa de seu espólio político” – PainelFolha de S. Paulo, 15-04-2018.

 

Datagoverno

“A partir da pesquisa Datafolha, o Planalto dividiu os candidatos em ‘dois grandes nomes’ (Marina Silva e Joaquim Barbosa); ‘dois pequenos nomes’ (Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin) e ‘dois nomes regionais’ (Ciro Gomes e Alvaro Dias) – Coluna do EstadãoO Estado de S. Paulo, 16-04-2018.

 

Linha de corte

“Na análise do governo, Rodrigo Maia e Henrique Meirelles são ‘dois nomes descartados’; Fernando Haddad e Jaques Wagner, ‘dois nomes na expectativa’ e Michel Temer, ‘um nome que pode surpreender’ – Coluna do Estadão – O Estado de S. Paulo, 16-04-2018.

 

Triste

“Triste país que tem esses três políticos à frente das pesquisas eleitorais” – Darcício Perondi, deputado federal – MDB-RS –, sobre o desempenho de Lula, Bolsonaro e Marina Silva no Datafolha – O Estado de S. Paulo, 16-04-2018.

 

Regime fechado

“As contas de criminalistas que têm familiaridade com o caso de Lula mostram que a pena total dele pode ser dura: seis anos em regime fechado, se consideradas apenas as possíveis condenações em processos que estão com o juiz Sergio Moro” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 14-04-2018.

 

Tempo 2

“Moro vai julgar o ex-presidente no caso do sítio de Atibaia e no do terreno do Instituto Lula, nos quais é acusado pelos mesmos crimes do caso do tríplex: corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Se as penas forem parecidas à primeira, de 12 anos e 1 mês, o petista somará cerca de 36 anos de prisão. E terá que cumprir um sexto dela em regime fechado. – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 14-04-2018.

 

Tempo 3

A possibilidade de Lula sair rapidamente da cadeia é praticamente descartada, a não ser na hipótese de ele ficar doente. – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 14-04-2018.

 

Para depois

Pelas vias jurídicas, a primeira possibilidade, mais imediata, de liberdade seria a de o STF (Supremo Tribunal Federal) aprovar as ações de constitucionalidade contra a prisão após condenação em segunda instância — o que hoje parece difícil. – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 14-04-2018.

 

Para depois 2

Passada essa chance, Lula poderia depositar esperanças em uma rediscussão do tamanho de suas penas no STJ (Superior Tribunal de Justiça), mas o tribunal tem se alinhado à Lava Jato. Outra possibilidade será a unificação e consequente diminuição do total das penas por um juiz de execução penal. – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 14-04-2018.

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