Venezuela. O geral dos jesuítas defende as “posições muito corajosas” dos bispos

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31 Julho 2017

O superior geral da Companhia de Jesus, Arturo Sosa, SJ, apoiou a postura da Igreja venezuelana contra a Assembleia Constituinte e destacou que os bispos “assumem posições comuns muito corajosas”.

A reportagem é de Jesús Bastante, publicada por Religión Digital, 29-07-2017. A tradução é de André Langer.

O jesuíta, nascido em Caracas, apoiou a posição do Episcopado, da Companhia de Jesus e de outros religiosos no país, que clamaram pelos cidadãos “que sofrem e carecem das condições básicas” para viver, e fez um apelo ao diálogo.

“Eu gostaria de me unir às vozes, às intenções e às posições assumidas pelos bispos venezuelanos, que estão muito unidos seja entre si como Conferência Episcopal, seja como aos jesuítas da Venezuela, seja aos outros religiosos e religiosas do país”, afirmou Arturo Sosa.

“Foram posições comuns muito corajosas neste tempo”, insistiu o religioso aos microfones da Rádio Vaticano e destacou que “a prioridade é o sofrimento da população”. O jesuíta disse que está de acordo com os bispos do país sul-americano, que reiteraram sua oposição à Assembleia Constituinte comunal impulsionada pelo presidente Nicolás Maduro, e que, de acordo com os bispos, representa a instalação de “um regime marxista”.

“A população, neste momento, sofre porque faltam as condições básicas para viver, já que não tem alimentos ou segurança na própria vida; faltam remédios ou uma escola de qualidade que funcione; não encontra o que faz parte de uma vida normal”, objetou o padre Sosa.

“É necessário compartilhar a dor das pessoas como uma maneira de fazer da política um instrumento real para solucionar o problema da população, os serviços essenciais, e não transformar-se em uma luta pelo poder ou pelos privilégios que o poder pode dar a este ou àquele grupo”, disse.

“Portanto, é necessário manter um autêntico diálogo. Um diálogo que reconheça, pela primeira vez, o sofrimento das pessoas e também as diferentes posições nesta situação de crise. É necessário que possamos obter, através de uma negociação honesta e sincera, um programa de unidade nacional que permita priorizar a resolução dos problemas por causa dos quais milhões de venezuelanos estão sofrendo atualmente a violência”, argumentou Sosa.

E fez um apelo aos políticos desse país para “serem pessoas, pessoas capazes de falar e de chegar a acordos para o benefício de todos”.

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