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17 Junho 2017

América Latina se mantiene como la región más desigual del mundo, a pesar de importantes avances de los países durante la primera década y media del siglo XXI, aseguró Laís Abramo, directora de Desarrollo Social de la Cepal.

El reportaje es publicado por Andes, 09-06-2017.

Desde Chile, Abramo se refirió al informe Panorama Social de América Latina en 2016, presentado el 30 de mayo último.

"La concentración de los activos, de la propiedad, es mucho más severa y más permanente que la concentración de los ingresos corrientes de las personas", precisó.

En tanto, en la región viven aproximadamente 46 millones de personas de pueblos indígenas y 130 millones de afrodescendientes.

“Esto significa que no se puede hablar de igualdad, de superación de la pobreza, de la agenda de derechos, sin considerar de manera muy clara la situación de estas poblaciones”, reflexionó.

Precisó que para la Cepal igualdad se refiere no sólo a medios, ingresos o propiedad, y también alude a la igualdad en el ejercicio de derechos, a la igualdad en el desarrollo de capacidades y autonomías y a la igualdad de género, étnica, racial y territorial, entre otras”.

Abramo consideró que si todos los países están comprometidos con el cumplimiento de la Agenda 2030 para el Desarrollo Sostenible, es fundamental avanzar no solo en la superación de la pobreza sino también de la extrema concentración de la riqueza.

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