Breves do Facebook

Revista ihu on-line

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Mais Lidos

  • O que muda (para pior) no financiamento do SUS

    LER MAIS
  • Ou isto, ou aquilo

    LER MAIS
  • Desmatamento na Amazônia aumenta 212% em outubro deste ano, aponta Imazon

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

03 Outubro 2016

Лав Лав


Alfredo Ferro Medina sentindo-se triste.

Cuanto lo siento, estoy perplejo. No entiendo mi pueblo ni a mi país  (Colombia) y me duele profundamente estos resultados. Creo que desafortunadamente nuestros políticos lo que han hecho es polarizar nuestro país. Muy duro, me cuesta mucho lo que ha pasado y no entiendo muchas cosas. Que Dios nos de paz para asumir esta realidad.

Gabriel Eduardo Vitullo

Duas notícias muito ruins para a nossa América Latina hoje! No Brasil a direita tem vitórias acachapantes na maioria dos municípios. E na Colômbia, por uma diferença mínima de votos, o Acordo de Paz foi derrotado nas urnas. Que tempos que nos toca viver!

Gustavo Gindre

A eleição do Rio passa a estar completamente nacionalizada. Aqui a esquerda joga sua maior cartada nessa eleição.

Há uma chance real do Rio se tornar o único bastião de resistência ao maior crescimento da direita desde o Plano Cruzado.

Adriano Pilatti

Grosso modo, os votos conservadores foram três em cada quatro para prefeito no Rio. Vale comemorar o segundo lugar mas, mesmo com tempo igual de TV, o segundo turno vai ser lenha. A partir de amanhã é (re)começar o corpo a corpo "molecular" em nossos metros quadrados de influência e só parar daqui a quatro domingos. Bora.

Idelber Avelar

Em São Paulo, a soma das abstenções, nulos e brancos chega a quase 40% dos votos e supera a soma do segundo e do terceiro colocados, incluindo-se o atual prefeito. Em Belo Horizonte, nulos, brancos e abstenções somam 43%. No Rio, são pelo menos 37% dos eleitores os que não quiseram sufragar ninguém. Nada se parece tanto com o colapso da democracia como a festa da democracia.

Nesta festa, vale a pena destacar a sorte que tiveram os candidatos-propagandistas da narrativa do golpe. Essas foram candidaturas que sequer se preocuparam muito em parecer que tinham o desejo, a pretensão ou o projeto de administrar suas cidades, mas se apresentaram para fazer propaganda de uma versão da história brasileira recente. São as candidaturas "contra o golpe". Concorrem a uma Prefeitura, em eleição organizada pelo governo supostamente golpista, mas presentes lá estão, para defender um relato.

Dentre estas, cabem destaque as de Jandira Feghalli (PCdoB), no Rio de Janeiro, e Raul Pont (PT), em Porto Alegre. Foram as duas candidaturas que mais diretamente uniram suas imagens a Dilma Rousseff. Em PoA, cidade que foi administrada pelo PT e satélites durante 16 anos, desta vez a natural candidatura da esquerda era do PSOL, seja pelo recall de uma eleição presidencial anterior, seja pela melhor colocação nas pesquisas ao início do pleito. O PT desenterrou das catacumbas a candidatura de um homem digno, mas já aposentado, visivelmente desinteressado em discutir propostas de gestão para a cidade e dedicado basicamente a falar "contra o golpe", ao ponto em que sua campanha atacou até mesmo a candidata do PSOL, Luciana Genro, como "golpista". Resultado: os dois da esquerda ficaram fora do segundo turno.

No Rio, Jandira fez a mesma coisa e dedicou uma campanha à Prefeitura a falar "contra o golpe", com a diferença que sua candidatura tinha um objetivo extra, o de favorecer a máfia pemedebista com a qual esteve aliada durante uma década -- a mesma que esteve por trás do "golpe" do qual sua campanha falava. Na tentativa de impedir a ida de Marcelo Freixo ao segundo turno, Jandira fracassou fragorosamente, ficando abaixo dos 5%.

Deram-se muito, muito mal os que usaram campanha a Prefeitura para bater bumbo "contra o golpe". Se quiser ter chance no segundo turno, é melhor que Freixo fale da cidade e da vida da cidade, em vez de embarcar nessa canoa furada.

Pablo Ortellado

Maravilhas do marketing político: um notório mauricinho foi transmutado em Joâo trabalhador; um político de velho tipo que rachou seu partido com a compra de votos nas prévias foi transmutado em gestor antipolítico; por fim, um administrador de empresas que fez carreira explorando as relações com o Estado foi transmutado em defensor da eficácia do setor privado. Comunicação é tudo. "Em política, tudo o que parece é".

André Vallias

São Paulo não tem jeito: perseguem o Mantega e elegem o Doriana...

Edmilson Lopes Jr.

ESQUERDA TEM DERROTA ACACHAPANTE...
não dá para tergiversar: a derrota foi geral, em todo o país.

Hugo Albuquerque

E os paulistanos elegeram Trump (ou menos do que isso).

Letícia Cristina da Silva

Em Curitiba foi eleita uma vereadora intitulada "Katia dos Animais de Rua"... aí eu me pergunto: se ela fosse a "Katia dos Moradores de Rua", será que ela seria eleita???

Gustavo Gindre

Temer votando escondido.

É impressionante como ele insiste em passar recibo de sua ilegitimidade.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Breves do Facebook - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV