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Por: Jonas | 28 Setembro 2013

Nesta manhã, na Sala de Imprensa da Santa Sé, ocorreu a apresentação das Jornadas Comemorativas do 50º aniversário da publicação da encíclica do Beato João XXIII, “Pacem in Terris”, que veio à luz no dia 11 de abril de 1963 e ofereceu, como explicou o bispo Mario Toso, “uma estrutura de pensamento e de projeto político que fez com que a Igreja e os crentes se comprometessem com os temas sociais, durante os anos vindouros, com uma capacidade de visão e de proposta realmente universais”.

A reportagem é publicada no sítio Religión Digital, 26-09-2013. A tradução é do Cepat.

 
Fonte: http://goo.gl/4MkSHN  

Além de dom Toso, que é secretário do Pontifício Conselho de Justiça e Paz, também falaram, durante a apresentação das jornadas (2,3 e 4 de outubro), o cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson (foto), presidente desse dicastério e Vitorio Alberti, membro do mesmo Pontifício Conselho.

A comemoração busca promover uma reflexão sobre a atualidade e a atualização dos conteúdos da “Pacem in Terris”, na realidade contemporânea, e averiguar a prática de seus ensinamentos fundamentais no âmbito dos direitos humanos, do bem comum e do bem comum e da política. “Âmbitos – disse o cardeal Turkson – onde está em jogo a convivência pacífica entre os povos e as nações. De fato, João XXIII, mais do que teorizar sobre a paz ou a guerra, concentrou-se no homem e em sua dignidade”.

Os três dias giram ao redor de três questões. A primeira é a questão das instituições políticas e das políticas globais. Para enfrentar este tipo de problemática, “considerou-se necessário começar examinando o tema da reforma da maior entre as instituições mundiais: a Organização das Nações Unidas”. Outras questões urgentes, que em razão do fenômeno da globalização assumiram uma dimensão de proporções tais que exige o compromisso e a cooperação da comunidade internacional, são o trabalho – ou melhor, o desemprego – e a proteção dos direitos humanos.

“Pensamos – acrescentou Turkson – em tornar conhecida a forma como se desenvolve a colaboração internacional dentro das grandes instituições políticas regionais: o Conselho da Europa, a União Africana, a Liga de Estados Árabes, a Organização de Estados Americanos e a Organização para o Diálogo e a Cooperação Asiática. Junto à exposição dos especialistas no assunto será acrescentada a dos representantes do mundo eclesial que, no dia 3 de outubro, falarão das instituições que na Igreja católica reúnem as conferências episcopais nacionais em organismos de dimensão continental”.

No dia 4 de outubro, será debatida a segunda questão: as novas fronteiras da paz. “A atualização da Pacem in Terris parte da consideração de que o que está em jogo hoje se localiza num campo completamente diferente de cinquenta anos atrás, uma época em que o conflito, não sempre latente, concentrava-se na contraposição de dois blocos, ou seja, na “guerra fria”. Hoje, ao contrário, os desafios à manutenção da paz possuem outros aspectos, como a liberdade religiosa, em especial, a perseguição dos cristãos no mundo; a crise econômica que é, antes de tudo, crise moral, a emergência educativa, muito aguda no setor dos mass-media, os conflitos cada vez mais frequentes pelo acesso aos recursos, o uso desvirtuado das ciências biológicas, que prejudica a dignidade humana, as armas e as medidas de segurança”.

O aspecto educativo, abordado a partir de um duplo olhar, o formativo e o da experiência prática é a terceira questão. Para este momento, será dedicado o dia 12 de outubro, em que cerca de 60 reitores e docentes, representando outras tantas universidades pontifícias e católicas dos cinco continentes, encontrar-se-ão para aprofundar um dos temas cruciais de nossa época: a formação das novas gerações de cristãos comprometidos com a política. Da experiência concreta, por outro lado, falarão representantes de organismos de governança regional, que apresentarão “o método em uso para perseguir o bem comum em âmbito continental”.

O cardeal concluiu recordando que, como corolário dos três dias, será apresentado o volume “O conceito de paz”, publicado para este momento e que conta com a colaboração de eminentes estudiosos da matéria.

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