A fé do centurião

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21 Junho 2010

"Já são muitas as pessoas de grande qualidade que, como Saramago, se distinguiram por dedicar o melhor de suas vidas à defesa das causas mais nobres, mas, ao mesmo tempo, muitos, muitíssimos dos que se dedicaram a tudo isso são agnósticos, ateus e, obviamente, nada religiosos."

Nesta sexta-feira, faleceu José Saramago, prêmio Nobel de literatura. E na manhã deste sábado, ao começar a escrever este texto no blog, não posso deixar de pensar em algo que me causa um profundo mal-estar: já são muitas as pessoas de grande qualidade que, como Saramago, se distinguiram por dedicar o melhor de suas vidas à defesa das causas mais nobres (a justiça, o direito, a liberdade, a paz, os oprimidos...), mas, ao mesmo tempo, muitos, muitíssimos dos que se dedicaram a tudo isso são agnósticos, ateus e, obviamente, nada religiosos.

O que acontece aqui? Desde já, são também muitos os crentes que, pela força de suas crenças, deram o melhor de suas vidas, e até a própria vida, por essas mesmas causas. Mas isso não tira importância nem suprime o problema que representa o fato, tão repetido, de tantos ateus tão profundamente humanistas. Como também não tira o peso do fato de tantos homens religiosos que deram provas de sobra de viver como uns sem-vergonhas.

Pensando nessas coisas, veio-me à cabeça a recordação daquele centurião romano, do qual falam os evangelhos (Mt 8, 5-13; Lc 7, 2-10; Jo 4, 43-54), um homem tão honrado e tão boa pessoa que não pôde suportar o sofrimento de um "escravo" (doulos) (Lc 7, 2) que estava morrendo em sua casa
(cfr.notícia do dia 21.06.2010,desta pág)

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