"Nem sempre amamos o que é nosso’. O dia da língua guarani

Revista ihu on-line

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

Caetano Veloso. Arte, política e poética da diversidade

Edição: 549

Leia mais

Mulheres na pandemia. A complexa teia de desigualdades e o desafio de sobreviver ao caos

Edição: 548

Leia mais

Mais Lidos

  • “Os pecados da carne não são os mais graves. Os mais graves são aqueles que têm mais 'angelicalidade': a soberba, o ódio”. Entrevista do Papa Francisco

    LER MAIS
  • Digital, serial, algorítmica, a cultura do século XXI chegou

    LER MAIS
  • Ômicron, natureza e arrogância humana: uma guerra entre patógenos e humanos. Artigo de Alexandre A. Martins

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


26 Agosto 2011

Ñane mba’évako na meméi voi jahayhu (Nem sempre amamos o que é nosso) disseram os paraguaios nesta quinta-feira ao celebrarem o dia do idioma guarani, uma língua pré-cortesina [referência a Hernán Cortés] à qual se quer dar um novo impulso no Paraguai com uma lei que obriga a utilizá-la junto com o espanhol nos documentos oficiais. Autoridades do país destacaram que o auge que o guarani vive se vê refletido em sua implantação no currículo acadêmico de numerosos países, entre eles a Argentina.

A informação é do jornal argentino Página/12, 26-08-2011. A tradução é do Cepat.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

"Nem sempre amamos o que é nosso’. O dia da língua guarani - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV