Polícia cumpre mandados relacionados à morte de Marielle Franco

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14 Dezembro 2018

Um dos alvos é uma quadrilha suspeita de clonar carro usado em crime contra vereadora. Polícia também intercepta plano para matar deputado Marcelo Freixo.

A reportagem é publicada por Deutsche Welle, 13-12-2018.

Agentes da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro cumprem nesta quinta-feira (13/12) na capital e em outros municípios os primeiros mandados de prisão e apreensão contra suspeitos de ligação com a morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

O delegado Giniton Lages, responsável pelas investigações, informou à Agência Brasil que a operação se estende a bairros do município do Rio e em Angra dos Reis, Nova Iguaçu, Petrópolis, e fora do estado, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Segundo o delegado, a operação deriva de inquéritos policiais paralelos às investigações do caso Marielle e Anderson. De acordo com o jornal O Globo, um dos alvos da operação é uma quadrilha especializada na clonagem de veículos, e que é suspeita de ter clonado o veículo usado pelos assassinos da vereadora. O veículo não foi encontrado até hoje.

Desde que começaram as investigações, que apuram a autoria dos crimes, a Delegacia de Homicídios vem realizando várias operações policiais para a checagem de informações anônimas.

O delegado defende "a manutenção do absoluto sigilo das apurações realizadas, sendo esta a maior garantia para o alcance dos autores e mandantes dos crimes investigados”.

A vereadora Marielle Franco foi assassinada junto com o motorista Anderson Gomes na noite de 14 de março deste ano, no bairro do Estácio, na região central do Rio. Eles foram mortos a tiros, quando voltavam para casa, na Tijuca, após participar de evento na Casa das Pretas, na Lapa.

Plano para matar Marcelo Freixo

De acordo com o jornal O Globo, a Polícia Civil do Rio interceptou na quarta-feira um plano de milicianos que planejavam matar o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), eleito deputado federal neste ano. A ação seria realizada no sábado (15/12) durante um evento em Campo Grande, bairro da zona oeste do Rio. Freixo havia divulgado em redes sociais que iria comparecer ao evento com militantes do PSOL no Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro.

Segundo O Globo, o evento acabou sendo cancelado após Freixo receber, na tarde de quarta-feira, um comunicado do setor de inteligência da Secretaria de Segurança Pública informando que três milicianos, incluindo um policial militar, pretendiam assassiná-lo. As informações chegaram por meio do Disque Denúncia, serviço de denúncias anônimas.

Ainda segundo o jornal, os três homens são ligados a um grupo de milicianos da Zona Oeste, investigado pela Divisão de Homicídios pelo assassinato de Marielle Franco e de Anderson Gomes. Freixo presidiu a CPI das Milícias na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro em 2008. Desde então, passou a receber diversas ameaças de morte e a contar com proteção policial.

Pelo Twitter, o deputado comentou o episódio. "Sou deputado estadual eleito e estou sendo ameaçado mais uma vez. Não é uma ameaça ao Freixo, mas à democracia. Não é uma questão pessoal, é muito mais que isso. A Zona Oeste está hoje sendo governada pelo crime", disse. Ao jornal O Globo, ele também disse que ainda é prematuro ligar o plano contra ele ao assassinato da vereadora Marielle Franco.

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