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31 Janeiro 2018

Algo nunca visto

“A pouco mais de oito meses da eleição presidencial de 2018, o futuro político do Brasil está nas mãos dos eleitores desanimados (votos brancos), irados (votos nulos) e desnorteados (indecisos). Juntos, eles somam 36% do eleitorado no principal cenário sem Lula, revela o Datafolha. É o dobro do percentual atribuído ao líder provisório Bolsonaro (18%). A legião dos sem candidato é quase equivalente aos 39% amealhados pelos quatro potenciais presidenciáveis que e acotovelam no pelotão secundário: Marina (13%), Ciro (10%), Alckmin (8%) e até Huck (8%). É coisa jamais vista desde a redemocratização” – Josias de Souza, jornalista – Portal Uol, 31-01-2018.

Crise

“A pesquisa divulgada nesta quarta (31) pelo Datafolha é histórica. Menos por ser a primeira a retratar a opinião pública brasileira após a confirmação da sentença de Lula pelo TRF-4, mais pelo simbolismo de seus resultados. A possível inelegibilidade do ex-presidente aprofunda a crise de representação no cenário político e lança ainda mais incertezas sobre o pleito deste ano e seus desdobramentos” – Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha e Alessandro Janoni, diretor de pesquisas do Datafolha – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Branco ou nulo

“Em nenhum outro levantamento de intenção de voto para presidente já feito pelo instituto em ano eleitoral observou-se uma taxa tão elevada de brasileiros com a pretensão de votar em branco ou anular o voto. É o que acontece quando se exclui o nome de Lula da disputa” – Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha e Alessandro Janoni, diretor de pesquisas do Datafolha – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Rejeição

“A crise democrática fica ainda mais evidente nas simulações de segundo turno. Em duas dentre três hipóteses testadas sem Lula, brancos e nulos disputam a liderança com os dois candidatos finalistas, dentro da margem de erro da pesquisa. Nesses cenários, se a eleição fosse agora, o Brasil poderia eleger um presidente rejeitado por quase 70% da população” – Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha e Alessandro Janoni, diretor de pesquisas do Datafolha – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Improvável?

“Dilma foi reeleita com a maioria dos votos válidos, mas não do total de votos, no segundo turno de 2014. Collor em 1989 também. Ambos não chegaram ao fim de seus mandatos” – Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha e Alessandro Janoni, diretor de pesquisas do Datafolha – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Recado

“O STF (Supremo Tribunal Federal) mandou recado ao PT: se alguma chance existe de a corte soltar Lula caso ele seja preso, ela pode desaparecer caso a legenda suba o tom de suas críticas contra o Judiciário”– Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 30-01-2018.

 

Confiança

“Na entrevista concedida à Folha publicada na segunda (29), a presidente do partido, Gleisi Hoffmann, repetiu que confia nas cortes superiores” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 30-01-2018.

 

Greve de fome

“A possibilidade de Lula fazer greve de fome na prisão caso seja detido por muito tempo já começa a ser aventada por apoiadores dele. O ex-presidente fez uma greve de fome quando foi preso pela ditadura, em 1980” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 30-01-2018.

 

De volta pra casa

“A família de Michel Temer reage a qualquer conversa sobre uma possível candidatura dele à reeleição” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 30-01-2018.

 

No mesmo lugar

“A ideia de se candidatar ainda não saiu da cabeça do presidente. Ele acha que, se a reforma da Previdência for aprovada, a economia ganhará impulso e sua popularidade começará a subir” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 30-01-2018.

 

Por que não eu?

“Temer acredita que poderia até empatar com Geraldo Alckmin (PSDB-SP), que tem 8% na pesquisa Datafolha. O presidente passaria, assim, a disputar com o tucano o papel de "candidato do centro". Com a vantagem de ter a caneta na mão” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 30-01-2018.

 

Ameaça

“O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), enviará representação à Polícia Federal para que ela investigue quem o xingou em um voo no sábado (27). O ministro foi chamado, entre outras coisas, de "cagão" e "bosta"” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Horta

“Gilmar Mendes pediu abertura de inquérito também para que a PF investigue um homem que lidera o grupo Tomataço e que ofereceu R$ 300 para quem acertasse um tomate no magistrado” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Memória

“A possibilidade de Lula fazer greve de fome caso seja preso e fique muito tempo nessa situação é vista como remota por seus amigos mais próximos. Eles lembram que, em 1980, o petista fez greve quando preso -mas só depois que foi voto vencido, pois não apoiava a iniciativa” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Protesto

“A possibilidade tem sido aventada por integrantes do círculo próximo do petista” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

É só coincidência

“O juiz de Curitiba Danilo Pereira Junior, que vai decidir para onde o ex-presidente Lula será levado quando houver a ordem de prisão, já atuou como auxiliar do ministro Gilmar Mendes no STF” – Coluna do EstadãoO Estado de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Linhas tortas

“Bicondenado”, o petista mantêm-se na dianteira da disputa. Usará o apoio do eleitorado para pressionar a Justiça. Com o cerco fechado, fez jogada de risco. Submeteu habeas corpus ao STJ apostando na rejeição do recurso, só para abrir caminho ao Supremo” – PainelFolha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Tempo urge

“Aliados do ex-presidente querem que ele chegue ao STF com o nome na boca do eleitorado e antes de os embargos serem analisados no TRF-4. O tribunal de Porto Alegre entendeu que o petista deve ser preso assim que os recursos tramitarem” – Painel – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Bolsa de apostas

“Os aliados de Lula não depositam sua esperança no relator da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin. Torcem para que, mesmo após rejeitar o habeas corpus, o ministro seja obrigado a levar o caso à segunda turma da corte” – Painel – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Dois coelhos

“O caminho para a revisão da prisão em segunda instância também seria esse. Após o sinal de Cármen Lúcia de que não pautará o assunto, ministros dizem que Lula pode incluir a questão em seu habeas corpus” – Painel – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Risco

“O STF corre o risco de se apequenar se renunciar ao seu papel constitucional de protetor dos direitos e garantias fundamentais do cidadão” – Fábio Tofic, criminalista, sobre a presidente do STF, Cármen Lúcia, ter dito que o tribunal vai se “apequenar” se usar Lula para rediscutir regras para prisão – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Centrão

“A insistência de Michel Temer em manter a indicação de Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha de Roberto Jefferson, para o Ministério do Trabalho é vista com desconfiança pelo círculo de Geraldo Alckmin. Apoiadores do governador acham que é uma evidência de que o presidente quer concorrer à reeleição -tirando de Alckmin o apoio que o PTB dá hoje a ele” – Fábio Tofic, criminalista, sobre a presidente do STF, Cármen Lúcia, ter dito que o tribunal vai se “apequenar” se usar Lula para rediscutir regras para prisão – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

À espreita

“Para além de todas as desconfianças que já cercavam as pretensões do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), a nova pesquisa Datafolha ressuscita o fantasma de Luciano Huck. Autodeclarado não candidato, ele atinge agora a melhor marca em um levantamento desde que seu nome começou a circular como alternativa para encarnar “o novo”. O cenário estimula siglas que hoje resistem a subir no palanque do tucano, como DEM e PPS, a baterem de novo à porta do apresentador” – PainelFolha de S. Paulo, 31-01-2018.

 

Quem avisa…

“O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não cansa de repetir a quem o pergunta que Huck não desistiu de vez de ser candidato, declaração semelhante à que deu ao “Valor Econômico”, após a condenação de Lula no TRF-4, ao afirmar que o jogo estava apenas começando” – Painel – Folha de S. Paulo, 31-01-2018.

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