Com 403.3 p/pm, mundo atinge novo recorde no nível de dióxido de carbono na atmosfera

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01 Novembro 2017

A subida para 403.3 p/pm representa aumento de 50% em relação à década passada; agência da ONU defende que alta dos níveis atmosféricos de CO2 e outros gases de efeito estufa pode desencadear mudanças sem precedentes nos sistemas climáticos.

A reportagem é de Eleutério Guevane, publicada por Rádio ONU, 30-10-2017.

As concentrações de dióxido, CO2, na atmosfera passaram de 400 partes por milhão, p/pm, em 2015 ao novo recorde de 403,3 p/pm em 2016.

Um novo estudo da Organização Mundial de Meteorologia, OMM, defende que o aumento verificado no ano passado é 50% superior à média da última década. A razão é a combinação de ações humanas e o fenômeno climático de El Niño que levou o CO2 a um nível não observado em 800 mil anos.

Média global

Publicado esta segunda-feira, o Boletim de Gases de Efeito Estufa revela que o teor pré-industrial de CO2 na atmosfera, que se manteve em 280 p/pm antes de 1750, agora aumentou para a média global de 403.3 ppm registrado em 2013.

O relatório defende que a subida rápida dos níveis atmosféricos, tanto do gás carbônico como de outros gases com efeito de estufa, têm o potencial de iniciar mudanças sem precedentes nos sistemas climáticos. Essas alterações podem levar a “graves perturbações ecológicas e econômicas”.

Era glacial

A OMM defende ainda que, ao longo dos últimos 70 anos, o aumento do CO2 na atmosfera foi quase 100 vezes maior do que no final da última era glacial.

O estudo sobre gases de efeito estufa deste ano foi baseado em medidas realizadas em 51 países. As estações de pesquisa espalhadas pelo mundo medem as concentrações de gases de aquecimento, incluindo dióxido de carbono, metano e óxido nitroso.

A concentração do gás metano na atmosfera atingiu cerca de 1853 partes por bilhão, que corresponde a 257% do nível pré-industrial.

Já o óxido nitroso, N2O, apresenta uma concentração de 328.9 partes por bilhão, que corresponde a 122% dos níveis pré-industriais.

O estudo refere que 60% do gás é emitido para a atmosfera a partir de fontes naturais e o restante da ação do homem que acontece em várias áreas – oceanos, solo, queima de biomassa, uso de fertilizantes e vários processos industriais.

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