“Temos insistido que não basta o diálogo entre partidos e governos, [é preciso] sempre escutar as ruas”, disse dom Sergio à Folha

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09 Mai 2017

Cardeal Sergio da Rocha, presidente da CNBB, concedeu entrevista ao jornal Folha de São Paulo, após a Entrevista Coletiva concedida pela presidência na quinta-feira, 4 de maio. A entrevista foi publicada no domingo, 7 de maio. A política de privacidade do jornal não autoriza a reprodução do texto.

A entrevista é de Anna Virginia Balloussier, publicada por Folha de São Paulo, 07-05-2017.

O sítio da CNBB destaca duas perguntas feitas e respondidas por dom Sergio:

O que acha dos que se autoproclamam antipolíticos como João Dória e Donald Trump?

Não é que a gente esteja fugindo da questão, mas não nos pronunciamos sobre pessoas ou governos.

Agora, não é possível governar uma cidade, um Estado, um país sem de fato uma perspectiva política clara – de alguma maneira dialogar com os partidos. Temos insistido que não basta o diálogo entre partidos e governos, [é preciso] sempre escutar as ruas.

A CNBB critica as reformas previdenciárias e trabalhista.

No dia 1 de maio tivemos uma mensagem sobre o risco de perda de direitos trabalhistas e de precarização das relações de trabalho. Insistimos no diálogo amplo, mas também nas manifestações [A CNBB apoiou a greve geral de 28/4], desde que sejam pacíficas. No momento, há muita agressividade em redes sociais, nas ruas e até mesmo dentro de uma família.

Indagado sobre o ódio manifestado em redes sociais, dom Sergio disse: “É o grande desafio de hoje: não responder a violência com a violência”.

Também pode ser destacada mais uma pergunta e respondida pelo presidente da CNBB,

Em carta a Temer, o sr. pediu a indicação de Ives Gandra Filho, dono de visões ultraconservadoras (em artigo de 2012, defendeu que a mulher seja submissa ao marido; também já disse que homossexualidade é 'antinatural'), ao Supremo Tribunal. Crê que, como presidente da CNBB e arcebispo de Brasília, deveria influenciar esse processo?

A carta foi estritamente pessoal. Não se tratava de uma indicação pública. Não foi feita em nome da CNBB nem da Arquidiocese de Brasília. O que deve ser questionado não é a indicação feita por um cidadão, ou mesmo que ela tivesse sido feita por uma entidade, mas sim a participação da sociedade civil no processo de escolha de um ministro da Suprema Corte. Penso ser importante colocar em pauta os critérios e o procedimento para a escolha de ministros da STF, pois, como temos visto, o papel do Judiciário é de fundamental importância para a ordem democrática do País, especialmente quando ocorrem crises como a que estamos passando.

A íntegra da entrevista pode ser lida no sítio do jornal, aqui.

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