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26 Fevereiro 2017

“A discriminação baseada na eficiência é tão deplorável quanto aquela cometida em nome da raça ou da religião”. O Papa recebeu, ao meio dia deste sábado, 25 de fevereiro de 2017, na Aula Paulo VI, a Comunidade de Capodarco, uma instituição italiana dedicada às necessidades dos mais abandonados, dos doentes e dos deficientes, dos pobres, das mulheres abandonadas “e tudo o que a providência nos queira trazer”, como assinalou Vinicio Albanesi, atual presidente da associação, que, no ano passado, completou meio século de existência.

A reportagem é de Jesús Bastante e publicada por Religión Digital, 25-02-2107. A tradução é de André Langer.

Cinquenta anos trabalhando nas periferias, com um discurso claro e forte a favor dos mais desfavorecidos e de uma Igreja em saída, ao ponto de identificar em Bergoglio “o novo São Francisco”, e presenteando-o com um livro sobre o diaconato das mulheres na Igreja, “que é necessário, como um ministério”.

Em seu discurso, Francisco agradeceu aos “capodarcci” o bem realizado “a serviço das pessoas com deficiência, as crianças, as pessoas que vivem em situação de dependência e dor, e suas famílias”. “Vocês – acrescentou – escolheram estar do lado das pessoas menos protegidas, para oferecer sua hospitalidade, apoio e esperança” e, assim, “construir uma sociedade melhor”.

Ao mesmo tempo, Bergoglio destacou como “a qualidade de vida de uma sociedade é determinada, em boa medida, pela capacidade de incluir os mais frágeis e necessitados, no respeito da sua dignidade como homens e mulheres”. A maturidade de uma sociedade, acrescentou, “alcança-se quando essa inclusão não é percebida como algo extraordinário, mas normal”, porque “a pessoa excepcional ou com fragilidade física, mental ou moral, deve ser capaz de participar da vida da sociedade, em todas as suas dimensões”.

“Somente mediante o reconhecimento dos direitos dos mais fracos, uma iniciativa pode dizer-se estar fundada sobre o direito e a justiça. Uma sociedade que desse espaço unicamente às pessoas plenamente funcionais, completamente autônomas e independentes não seria uma sociedade digna do ser humano”, advertiu o Papa.

Por isso, são tão necessárias experiências como as de Capodarco, que “tratam de responder às necessidades de cada pessoa tendo em conta suas capacidades e suas limitações”. Uma atitude que supere a “atitude piedosa ou a perspectiva da assistência social, para promover a liderança da pessoa com dificuldades aberta à sociedade”.

“Animo-os a continuar neste caminho, que coloca em primeiro plano a participação direta dos próprios deficientes”, insistiu o Papa, que reconheceu que, após a crise e “as consequências negativas da globalização”, esta comunidade “está tratando de ajudar aqueles que procuram não se sentir excluídos ou marginalizados”. “Obrigado por promover a dignidade e o respeito de cada indivíduo”.

O Papa também agradeceu “o testemunho que vocês dão à sociedade, ajudando-a a descobrir mais e mais dignidade para todos, a começar pelos mais pequeninos, pelos mais desfavorecidos”. Os “mais pequeninos” que estão “marcados por impedimentos físicos ou mentais, ou por feridas da alma, mas nos quais reconhecemos testemunhas especiais da ternura de Deus”. “Temos muito a aprender deles e de seu especial lugar na Igreja”.

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