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02 Setembro 2016

O aquecimento do planeta pode não secar a Terra tanto quanto se acreditava anteriormente, porque as plantas se tornarão menos sedentas à medida que o dióxido de carbono (CO2) na atmosfera aumentar, afirmaram pesquisadores.

A reportagem é publicada por Folha de São Paulo, 31-08-2016.

Estudos anteriores haviam projetado que mais de 70% do planeta irá experimentar mais secas conforme os níveis de dióxido de carbono se quadruplicarem em relação aos níveis pré-industriais durante os próximos cem anos, segundo artigo publicado na última segunda (29) na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences” (Pnas).

Mas muitos desses modelos não levam em conta como o comportamento das plantas vai mudar em um mundo em aquecimento. As plantas absorvem CO2 por aberturas chamadas estômatos, que também liberam umidade. Mas quando o CO2 é abundante, estes estômatos ficam abertos por períodos mais curtos, perdem menos água e, portanto, precisam reter menos água do solo.

“Uma série de estudos pressupõem que as necessidades de água das plantas estão permanecendo constantes, quando o que sabemos sobre as plantas crescendo em grandes quantidades de dióxido de carbono sugere o oposto”, disse a autora principal do estudo, Abigail Swann, professora de ciências atmosféricas e biologia da Universidade de Washington.

Swann descobriu que apenas cerca de 37% do mundo irá enfrentar secas causadas pelas mudanças climáticas, porque as plantas se beneficiam de um ambiente com mais

dióxido de carbono. Um mundo mais quente e com menos chuvas provavelmente intensificará as secas em todo o sul da América do Norte, sul da Europa e nordeste da América do Sul, segundo o estudo.

“Mas os resultados mostram que na África Central e na Ásia temperada –incluindo a China, o Oriente Médio, Ásia Oriental e a maior parte da Rússia – a conservação da água pelas plantas irá em grande parte contrabalançar as secas relacionadas às mudanças climáticas”, disse.

Os resultados mostram ainda que as secas irão aumentar com as mudanças climáticas, mas não tão amplamente como alguns previram.

“Há muita coisa que não sabemos, especialmente sobre as secas quentes”, disse Swann. “Mesmo que as secas não sejam extremamente mais prevalentes ou frequentes, elas podem ser mais mortais quando acontecerem”, completou.

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