Ministro do Turismo indiano aconselhou turistas a não usar saias

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01 Setembro 2016

Mahesh Sharma disse que os seus conselhos visavam a segurança das mulheres que chegassem ao país. Tentou retratar-se, mas está a ser duramente criticado.

“Não use saias”. Foi este um dos conselhos dados por Mahesh Sharma, ministro do Turismo e da Cultura indiano, no passado fim-de-semana na cidade de Agra, durante a promoção de um kit que será entregue aos turistas que forem visitar a Índia, à chegada ao aeroporto. Agora, Sharma está a recuar nas suas declarações, depois de ter sido severamente criticado.

A reportagem é de Filipa de Sousa, publicada por Público, 30-08-2016.

Os avisos feitos pelo ministro do Turismo e da Cultura, do partido político Bharatiya Janata (nacionalista hindu), seriam para manter a segurança das mulheres que chegassem ao país, sugerindo que a forma de prevenir as violações de acontecerem estaria na indumentária das possíveis vítimas. “Há um cartão com uma lista das coisas que devem ou não fazer. São coisas básicas como ‘Não saia à noite sozinho’, ‘Não use saias’”, citou.

“Para a sua própria segurança, as turistas estrangeiras não devem usar vestidos curtos e saias”, disse Sharma, citado pela Al-Jazira. “A cultura indiana é diferente da ocidental”, acrescentou o ministro indiano.

Rapidamente as declarações de Mahesh Sharma geraram uma onda de indignação, tanto na Índia como fora do país, com vários comentários de reprovação a surgirem nas redes sociais.

Algumas pessoas apontaram que os comentários de Sharma apenas revelavam a insegurança que as mulheres sofrem no país. Outros, como Rajesh Sharma, do partido da oposição Aam Aadmi, compararam-no aos talibãs e às proibições impostas pelo grupo extremista à maneira como as mulheres se vestem. Citado pelo Guardian, Ranjana Kumari, diretor do Centro de Investigação Social em Nova Deli - que se foca em questões de igualdade de gênero na Índia - disse que o ministro não percebia “as implicações de tais afirmações irresponsáveis”. Para Kumari esta é mais uma maneira de perpetuar “a síndrome de culpabilização das mulheres” e, segundo ele, o ministro devia falar antes na forma como os criminosos devem ser punidos.

O ministro indiano explicou na segunda-feira que estava apenas a falar de visitas de turistas a locais concretos. “Estou a falar de locais religiosos, como templos. Não fiz comentários sobre o que as mulheres devem ou não vestir. Sou pai de duas filhas, não posso proibir o que as mulheres vestem”, defendeu-se Sharma. Mas o ministro continua a considerar que as suas sugestões podem ajudar quem chega à Índia: “Não é um crime ser cauteloso”.

Mahesh Sharma já tinha feito comentários semelhantes. No ano passado disse que as mulheres indianas não deveriam sair à noite, relembrou a CNN. “As raparigas que querem sair à noite podem fazê-lo sem problemas noutro lado, mas não faz parte da cultura indiana”, declarou na altura o ministro. De acordo com a Al-Jazira, Sharma declarou ainda que iria defender a cultura do seu país da “invasão da cultura ocidental”.

Todos os dias na Índia são reportadas cerca de 100 violações – apenas uma em cada quatro delas resultam em condenações. Em 2013 foi aprovada uma lei mais rígida pelo Parlamento indiano, que previa que os violadores tivessem penas maiores e criminalizava a perseguição, o voyeurismo e ataques com ácido. No entanto, a violência contra as mulheres continua a ser comum na Índia. Em Julho, o caso de uma mulher indiana, dalit, de 21 anos que já tinha sido violada pelo mesmo grupo de homens revelou a falta de proteção que existe nestas situações.

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