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08 Março 2016

Fonte: necchalifax.ca
O Concílio Vaticano II abriu um novo tempo para a Igreja. Ela é convidada a perceber-se como mistério, comunhão, Povo de Deus. Não é mais a sociedade perfeita. Não possuí todas as respostas para questões importantes da vida humana, mas acompanha-a na escuta dos “sinais dos tempos”, buscando com uma palavra-presença sua relevância para cada tempo.

É uma Igreja de portas abertas, cuja maior novidade reside no convite ao protagonismo dos cristãos leigos e leigas. O protagonismo contempla uma ação na esfera eclesial e pública-social no testemunho concreto de sua fé. Não são convidados a viverem trancafiados nas sacristias, mas acolherem com generosidade o desafio de ser “sinal” qualificado do Reino de Deus, que é justiça, direito e paz para todos.

Nesse clima de abertura, surge na vida eclesial uma experiência muito peculiar, nutrida por certa tensão entre tradição e inovação: As Novas Comunidades. A tensão corresponde ao fato de que tal experiência, nutre a memória de um “estilo de vida”, próprio dos inícios do cristianismo, mas que emerge na experiência contemporânea como “novidade” criativa e desafiadora das próprias estruturas eclesiais.

No cristianismo, a experiência da comunidade é muito vital e importante: viver e com-viver no respeito à diferença do outro. Não é possível imaginar um cristão sem sua experiência de fé enriquecida e compartilhada com uma comunidade. Ela pode encontrar sua concretização nas Novas Comunidades, nas CEBs, nos Movimentos, nas Pastorais, etc.

Em alguns momentos, a comunidade é colocada em suspeita. Ela precisa sempre mais e melhor criar e (re)descobrir nela e através dela espaços fecundos. Os espaços de uma real interação e circulação da vida de/na fé, considerando a vivência da fé nas suas dimensões públicas, sociais e politicas.

Nessa perspectiva, o Instituto Humanitas Unisinos-IHU proporciona um espaço para a reflexão sobre a presença das Novas Comunidades, oriundas da Renovação Carismática Católica - RCC, na experiência eclesial e pública, como um “novo estilo” para a Igreja desses tempos.

Na 106ª edição, Cadernos Teologia Pública, contamos com a colaboração de Rejane Maria Dias de Castro Bins, mestra em Teologia (PUCRS), que propõe a questão das Novas Comunidades, portando o Concílio Vaticano II como um importante e salutar referencial, no exercício de pensar essas experiências marcantes em nossos tempos. 

Rejane Bins, não negligencia a contextualização devida e aprofunda a experiência das Novas Comunidades, mostrando suas exigências, características e a eclesialidade própria em consonância com a experiência eclesial como um todo. Na estrutura do texto encontramos os seguintes passos principais:

1. Contexto social, cultural e eclesial no momento que surgiram as Novas Comunidades

2. As características das Novas Comunidades

3. As condições de eclesialidade e a articulação na missão da Igreja.

Para acessar o artigo: clique aqui.

Em consonância com a temática, fazemos memória da discussão proposta pela Revista IHU On-line, número 307 sobre a temática com a contribuição de diversos(as) especialistas no assunto.  

Na busca por um espaço no plural universo religioso brasileiro, as Novas Comunidades Católicas têm ganhado destaque no cenário de oferta em que protestantes e neopentecostais também buscam seu lugar no coração dos fiéis.

Seria uma renovação da Igreja Católica, na tentativa de se adaptar às novas características da sociedade contemporânea, pós-moderna? Ou será um convite à reafirmação dos calores católicos pregados há vinte séculos pela Igreja?  

Na tentativa de compreender o crescimento destas Novas Comunidades, que em sua maioria derivam a já conhecida Renovação Carismática CatólicaRCC, de forma mais abrangente.

Para acessar as entrevistas: clique aqui.

 

Boa leitura!


Por Jéferson Ferreira Rodrigues

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